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"Crueldade"

Polícia Civil cumpre prisão contra autor de roubo a casal de idosos em Tangará da Serra

Conforme apurado, além de roubar o casal de idosos, subtraindo jóias, dinheiro e outros objetos, causando prejuízo de aproximadamente R$ 50 mil, o jovem ainda agrediu fisicamente as vítimas

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Foto: PJC-MT

O autor de um roubo cometido contra um casal de idosos no município de Tangará da Serra (239 km a médio norte de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (05.12), durante ação para cumprimento de mandado judicial.

O suspeito de 21 anos teve a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal da Comarca local, após ser identificado nas investigações da Delegacia de Tangará da Serra para esclarecer o crime.

Conforme apurado, além de roubar o casal de idosos, subtraindo jóias, dinheiro e outros objetos, causando prejuízo de aproximadamente R$ 50 mil, o jovem ainda agrediu fisicamente as vítimas. 

Com base nos indícios e evidências de autoria a Polícia Civil representou pelo mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar, deferido pela Justiça.

Diante da ordem judicial os policiais civis realizaram diligências para localizar o suspeito, que ao ser abordado tentou fugir, porém acabou detido. Ato contínuo a equipe foi até a residência do investigado no bairro Jardim Morada do Sol, onde cumpriram as buscas.

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Em seguida o suspeito foi conduzido até a delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado ao Centro de Detenção Provisória, ficando à disposição do Poder Judiciário.

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Polícia Civil faz novas diligências para identificar local onde vítimas do Maranhão foram executadas

Oito pessoas identificadas pela DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte dos quatro rapazes foram presas durante a operação

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Foto: PJC-MT

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá realizou novas diligências a fim de identificar o possível local para onde quatro vítimas, oriundas do Maranhão, foram levadas, torturadas e executadas por ordem de uma facção criminosa.

Equipes da DHPP e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com apoio do Corpo de Bombeiros, foram a uma casa no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, onde foram realizadas perícias. O imóvel está abandonado e apresenta prováveis vestígios de que pessoas tenham sido executadas no local. Peritos da Politec fizeram aplicação do reagente luminol para detectar se há presença de sangue humano e a DHPP aguardará o resultado do exame.

Foto: Polícia Civil-MT

As diligências dão sequência à Operação Kalypto, deflagrada pela DHPP no dia 24 de janeiro para cumprir 18 ordens judiciais de prisão temporária e de buscas e apreensões contra integrantes de uma facção que sequestraram, mutilaram, assassinaram e depois sumiram com os corpos de quatro rapazes, há quase dois anos.

Oito pessoas identificadas pela investigação da DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte das vítimas foram presas durante a Operação Kaypto.

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Foto: Polícia Civil-MT

Tribunal do crime

As mortes de Tiago Araújo, 32 anos, Paulo Weverton Abreu da Costa, 23 anos, Geraldo Rodrigues da Silva, 20 anos e Clemilton Barros Paixão, 20 anos, foram ordenadas por uma facção, que determinou um ‘tribunal do crime’ porque julgou que as vítimas pertenciam a outro grupo rival e, desta forma, resolveram assassinar os rapazes – dois irmãos, um cunhado e um amigo, que desapareceram das respectivas residências, no Jardim Renascer, no dia 02 de maio de 2021.

A investigação, coordenada pelo delegado Caio Fernando Albuquerque, da DHPP de Cuiabá, reuniu diversas informações coletadas durante inúmeras diligências realizadas na Capital e também no estado do Maranhão, que levaram à identificação dos envolvidos na execução dos quatro rapazes.

Além de condenar as quatro vítimas a um tribunal da facção, os integrantes da organização criminosa também coagiram familiares das vítimas, que foram obrigados a ir embora de Cuiabá porque receberam ameaças de morte.

A investigação apurou que as vítimas foram cruelmente mortas – sofreram decapitação, amputação dos dedos e uma delas foi atingida por um disparo no peito. Outras duas foram mortas com disparos na nuca.

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Foto: PJC-MT

Ameaças e coação

As vítimas vieram do Maranhão para Mato Grosso em busca de trabalho devido à escassez de oportunidades no estado nordestino. Em Cuiabá, conseguiram trabalho com salário e podiam suprir as despesas de alimentação e moradia.

Além de matar as quatro vítimas, nas semanas seguintes os criminosos não hesitaram em determinar o regresso dos familiares de Tiago, Geraldo e Clemilton ao estado de origem. O delegado Caio Fernando faz uma observação sobre a situação causada às famílias: “Esses familiares que aqui também conseguiram emprego e sustento, sem culpa alguma, foram literalmente ‘tocados’ de Cuiabá da noite para o dia, sem que ao menos pudessem organizar seu retorno”.

Em diligências no Maranhão, a equipe da DHPP constatou que os parentes das vítimas se encontravam em situação de extrema vulnerabilidade econômica e lamentando que foram obrigados a retornar de Cuiabá para não ter o mesmo destino dos familiares mortos.

Fonte: PJC-MT

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