VÁRZEA GRANDE

TRÁFICO DE DROGAS

Operação conjunta prende três pessoas e apreende 52 kg de cocaína

Mulher de 34 anos dirigia Uno que puxava o reboque com a droga

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Polícia

Fonte: PM MT

Uma ação integrada entre a Polícia Militar, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal prendeu uma mulher de 34 anos e dois homens, de 47 e 48 anos, e apreendeu 52 kg de cocaína, na noite desse domingo (22.01), no município de Canarana. A droga estava no fundo falso de uma carretinha puxada por um Uno dirigido pela suspeita.

Eles foram presos em flagrante por tráfico de drogas.

Às 19h20, as equipes das polícias que faziam barreiras na MT-020 abordaram dois veículos, sendo o Uno com o reboque e um Prisma com os dois homens.

A mulher disse que o Prisma tinha sido alugado por ela para que trabalhasse como motorista de aplicativo e apresentou um contrato de locação. Já os outros dois suspeitos disseram que não conheciam essa versão e se contradisseram.

Os suspeitos e os veículos foram encaminhados para a sede da Companhia de PM de Canarana. No local, foi realizada uma vistoria minuciosa nos carros e identificado que o reboque do Uno estava com um fundo falso.

Os policiais retiraram o fundo falso e encontraram 49 tabletes de cloridrato de cocaína, totalizando os 52 kg de drogas. Ao serem perguntados, os suspeitos afirmaram que sabiam do transporte do entorpecente e que o Prisma seguia junto para fazer a escolta.

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Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia junto com o material aprendido.

FONTE: SECOM/MT

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Polícia

Polícia Civil faz novas diligências para identificar local onde vítimas do Maranhão foram executadas

Oito pessoas identificadas pela DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte dos quatro rapazes foram presas durante a operação

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Foto: PJC-MT

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá realizou novas diligências a fim de identificar o possível local para onde quatro vítimas, oriundas do Maranhão, foram levadas, torturadas e executadas por ordem de uma facção criminosa.

Equipes da DHPP e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com apoio do Corpo de Bombeiros, foram a uma casa no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, onde foram realizadas perícias. O imóvel está abandonado e apresenta prováveis vestígios de que pessoas tenham sido executadas no local. Peritos da Politec fizeram aplicação do reagente luminol para detectar se há presença de sangue humano e a DHPP aguardará o resultado do exame.

Foto: Polícia Civil-MT

As diligências dão sequência à Operação Kalypto, deflagrada pela DHPP no dia 24 de janeiro para cumprir 18 ordens judiciais de prisão temporária e de buscas e apreensões contra integrantes de uma facção que sequestraram, mutilaram, assassinaram e depois sumiram com os corpos de quatro rapazes, há quase dois anos.

Oito pessoas identificadas pela investigação da DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte das vítimas foram presas durante a Operação Kaypto.

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Foto: Polícia Civil-MT

Tribunal do crime

As mortes de Tiago Araújo, 32 anos, Paulo Weverton Abreu da Costa, 23 anos, Geraldo Rodrigues da Silva, 20 anos e Clemilton Barros Paixão, 20 anos, foram ordenadas por uma facção, que determinou um ‘tribunal do crime’ porque julgou que as vítimas pertenciam a outro grupo rival e, desta forma, resolveram assassinar os rapazes – dois irmãos, um cunhado e um amigo, que desapareceram das respectivas residências, no Jardim Renascer, no dia 02 de maio de 2021.

A investigação, coordenada pelo delegado Caio Fernando Albuquerque, da DHPP de Cuiabá, reuniu diversas informações coletadas durante inúmeras diligências realizadas na Capital e também no estado do Maranhão, que levaram à identificação dos envolvidos na execução dos quatro rapazes.

Além de condenar as quatro vítimas a um tribunal da facção, os integrantes da organização criminosa também coagiram familiares das vítimas, que foram obrigados a ir embora de Cuiabá porque receberam ameaças de morte.

A investigação apurou que as vítimas foram cruelmente mortas – sofreram decapitação, amputação dos dedos e uma delas foi atingida por um disparo no peito. Outras duas foram mortas com disparos na nuca.

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Foto: PJC-MT

Ameaças e coação

As vítimas vieram do Maranhão para Mato Grosso em busca de trabalho devido à escassez de oportunidades no estado nordestino. Em Cuiabá, conseguiram trabalho com salário e podiam suprir as despesas de alimentação e moradia.

Além de matar as quatro vítimas, nas semanas seguintes os criminosos não hesitaram em determinar o regresso dos familiares de Tiago, Geraldo e Clemilton ao estado de origem. O delegado Caio Fernando faz uma observação sobre a situação causada às famílias: “Esses familiares que aqui também conseguiram emprego e sustento, sem culpa alguma, foram literalmente ‘tocados’ de Cuiabá da noite para o dia, sem que ao menos pudessem organizar seu retorno”.

Em diligências no Maranhão, a equipe da DHPP constatou que os parentes das vítimas se encontravam em situação de extrema vulnerabilidade econômica e lamentando que foram obrigados a retornar de Cuiabá para não ter o mesmo destino dos familiares mortos.

Fonte: PJC-MT

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