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Mais de 6 toneladas de materiais de empresa são recuperados pela Derf-VG

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A recuperação do material aconteceu após investigação da Derf-VG

 Seis “bags” com mais de 6 toneladas de matéria-prima furtadas de uma empresa de fabricação de telhas de isopor foram recuperadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), na segunda-feira (20).O material, avaliado em R$ 51 mil, foi localizado em poder da empresária, M.T.D.G., autuada em flagrante pelo crime de receptação qualificada.

A recuperação do material aconteceu após a equipe de investigadores da Derf-VG receber a informação de que bags de matéria-prima para fabricação de telhas de isopor, furtados da empresa Isoeste, no dia 18 de março, foram receptados pela proprietária de uma empresa do segmento de fabricação de isopor.

Os investigadores da Derf-VG se deslocaram até o estabelecimento, onde confirmaram a veracidade da informação, encontrando as seis Bags com o peso de 1,1 tonelada cada, no pátio da empresa. Em conversa com a proprietária, a suspeita confirmou que adquiriu as Bags de matéria-prima, de uma pessoa de nome “Fábio”, pelo valor de R$ 19 mil.

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Questionada, a suspeita disse que não sabia o nome completo do vendedor, nem o seu endereço e que negociou o produto por telefone. A investigada disse que quando o produto foi descarregado, ela não estava na empresa e que posteriormente “Fábio” foi até a sua residência para receber o valor acordado pelo produto.

As Bags de matéria-prima foram apreendidas e a suspeita encaminhada a Derf-VG, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelo crime de receptação qualificada.

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Polícia Civil faz novas diligências para identificar local onde vítimas do Maranhão foram executadas

Oito pessoas identificadas pela DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte dos quatro rapazes foram presas durante a operação

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Foto: PJC-MT

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá realizou novas diligências a fim de identificar o possível local para onde quatro vítimas, oriundas do Maranhão, foram levadas, torturadas e executadas por ordem de uma facção criminosa.

Equipes da DHPP e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com apoio do Corpo de Bombeiros, foram a uma casa no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, onde foram realizadas perícias. O imóvel está abandonado e apresenta prováveis vestígios de que pessoas tenham sido executadas no local. Peritos da Politec fizeram aplicação do reagente luminol para detectar se há presença de sangue humano e a DHPP aguardará o resultado do exame.

Foto: Polícia Civil-MT

As diligências dão sequência à Operação Kalypto, deflagrada pela DHPP no dia 24 de janeiro para cumprir 18 ordens judiciais de prisão temporária e de buscas e apreensões contra integrantes de uma facção que sequestraram, mutilaram, assassinaram e depois sumiram com os corpos de quatro rapazes, há quase dois anos.

Oito pessoas identificadas pela investigação da DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte das vítimas foram presas durante a Operação Kaypto.

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Foto: Polícia Civil-MT

Tribunal do crime

As mortes de Tiago Araújo, 32 anos, Paulo Weverton Abreu da Costa, 23 anos, Geraldo Rodrigues da Silva, 20 anos e Clemilton Barros Paixão, 20 anos, foram ordenadas por uma facção, que determinou um ‘tribunal do crime’ porque julgou que as vítimas pertenciam a outro grupo rival e, desta forma, resolveram assassinar os rapazes – dois irmãos, um cunhado e um amigo, que desapareceram das respectivas residências, no Jardim Renascer, no dia 02 de maio de 2021.

A investigação, coordenada pelo delegado Caio Fernando Albuquerque, da DHPP de Cuiabá, reuniu diversas informações coletadas durante inúmeras diligências realizadas na Capital e também no estado do Maranhão, que levaram à identificação dos envolvidos na execução dos quatro rapazes.

Além de condenar as quatro vítimas a um tribunal da facção, os integrantes da organização criminosa também coagiram familiares das vítimas, que foram obrigados a ir embora de Cuiabá porque receberam ameaças de morte.

A investigação apurou que as vítimas foram cruelmente mortas – sofreram decapitação, amputação dos dedos e uma delas foi atingida por um disparo no peito. Outras duas foram mortas com disparos na nuca.

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Foto: PJC-MT

Ameaças e coação

As vítimas vieram do Maranhão para Mato Grosso em busca de trabalho devido à escassez de oportunidades no estado nordestino. Em Cuiabá, conseguiram trabalho com salário e podiam suprir as despesas de alimentação e moradia.

Além de matar as quatro vítimas, nas semanas seguintes os criminosos não hesitaram em determinar o regresso dos familiares de Tiago, Geraldo e Clemilton ao estado de origem. O delegado Caio Fernando faz uma observação sobre a situação causada às famílias: “Esses familiares que aqui também conseguiram emprego e sustento, sem culpa alguma, foram literalmente ‘tocados’ de Cuiabá da noite para o dia, sem que ao menos pudessem organizar seu retorno”.

Em diligências no Maranhão, a equipe da DHPP constatou que os parentes das vítimas se encontravam em situação de extrema vulnerabilidade econômica e lamentando que foram obrigados a retornar de Cuiabá para não ter o mesmo destino dos familiares mortos.

Fonte: PJC-MT

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