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Homem atropela motociclista e foge sem prestar socorro

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Suspeito foi preso na Estrada do Moinho, em Cuiabá; ele foi preso e encaminhado para Central de Flagrantes.

R.C.C., de 31 anos, foi preso na noite desta segunda-feira (20), acusado de atropelar um motociclista na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá.

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso aconteceu por volta das 23h, quando o motociclista parou no semáforo.

Naquele momento, uma caminhonete S-10 branca bateu na traseira da moto e jogou o motociclista no chão. Em seguida, o condutor fugiu do local, sem prestar socorro à vítima.

O motociclista foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Cuiabá.

Populares que presenciaram o acidente anotaram o numero da placa da caminhonete e entregaram à Polícia Militar, que saiu em busca do suspeito.

Segundo o BO, os PMs conseguiram interceptar a caminhonete na Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), com avarias na frente e do lado direito.

Após ser abordado, R.C.C. confirmou que atropelou o motociclista. Foi feito ainda o teste do bafômetro para saber se o mesmo estava alcoolizado, mas o resultado deu negativo.

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Com isso, ele foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes da Capital.

O veículo foi apreendido e levado para o pátio do Detran.

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Operação cumpre mandados de buscas em Cuiabá contra advogada

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta sexta-feira (03.02), a Operação “Aparício” para cumprimento de mandados de busca e apreensão contra quatro pessoas investigadas pelo crime de tráfico de influência. Equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) cumprem os mandados em quatro endereços na Capital.

A vítima foi extorquida a pagar valores em dinheiro, além de ter bens subtraídos, a pretexto de que a advogada conseguiria liberar um celular dela, apreendido em uma operação realizada em setembro de 2022 pela Polícia Civil para apurar furtos de cargas de grãos em Mato Grosso. Na ocasião, o esposo da vítima foi preso na Operação Safra 2 e um celular dela  apreendido durante as buscas.

São alvos da operação da GCCO uma advogada, seu irmão que atua como estagiário e mais duas pessoas que os auxiliaram nos crimes. Uma delas era amiga da família e apresentou à vítima, a advogada.

FOTO: PJC-MT

Fatos

Um amigo da família da vítima indicou uma advogada para dar assistência na requisição de reaver o celular apreendido. A vítima aceitou o auxílio jurídico e a advogada na companhia de seu irmão, passaram a exigir R$ 45 mil, a pretexto de influenciar em ato do delegado responsável pela operação, a fim de conseguirem a liberação dos aparelhos celulares apreendidos.

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O grupo composto pelos quatro investigados, inclusive a advogada, levaram a vítima até sua residência, de onde subtraíram suas joias, um videogame modelo Playstation e um cartão de crédito, de onde foi debitado o valor de R$ 10 mil.

O irmão da advogada disse à vítima, por telefone, que já havia um mandado de prisão expedido contra ela. A extorsão continuou no dia seguinte, quando ela foi obrigada a transferir mais valores para completar a quantia de 45 mil reais.

O grupo ainda constrangeu a vítima com ameaças, dizendo que ela poderia ser presa a qualquer momento, e a obrigou, junto com o filho menor de idade, a passar a noite dia 26 de setembro, em um hotel na região da rodoviária, em Cuiabá. Como a vítima não tinha o valor exigido, pediu ajuda a familiares do marido, que conseguiram transferir a ela R$ 35 mil, que foram destinados diretamente à conta da advogada e seu irmão. Porém, a vítima continuou sendo extorquida, sendo levada junto com o filho a uma casa precária, onde permaneceram trancados.

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Na tentativa de sair da casa, a vítima ligou para o amigo da família que a apresentou a advogada, e pediu ajuda, sendo depois levada a um outro hotel de Cuiabá.

Além dos R$ 45 mil exigidos pelos investigados, a vítima foi coagida a transferir seu veículo Toyota Yaris, também apreendido na operação policial, com o pretexto de que o carro era o pagamento dos honorários advocatícios durante o acompanhamento do marido dela, em interrogatório na GCCO.

Foto: PJC-MT

Investigação

O inquérito policial instaurado para apurar o crime de tráfico de influência comprovou que a advogada e seus comparsas estiveram na residência da vítima nas datas relatadas por ela, além da permanência nos hotéis citados por ela. Imagens de câmeras de segurança mostraram os investigados nos locais com a vítima e seu filho.

Outros depoimentos colhidos pela GCCO e documentos reunidos corroboraram as informações passadas pela vítima.

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