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Delegacia do Meio Ambiente e Sema apreendem 100 kg de pescado

Segundo a polícia, o suspeito possivelmente venderia a carga para peixarias da região e da Capital

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Polícia

Créditos: Assessoria

Na manhã desta quarta-feira (21.07) a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), com apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), apreendeu cerca de 100 kg de pescado irregular que estava sendo transportado por um comprador, na região de Barão de Melgaço (113 quilômetros de Cuiabá). 

A operação foi fruto do serviço de inteligência da Polícia Judiciária Civil (PJC) que conseguiu identificar o suspeito, que possivelmente venderia a carga para peixarias da região e da Capital. A região de Barão de Melgaço é conhecida pelas peixarias, e faz parte da Rota do Peixe do Vale do Rio Cuiabá. 

O suspeito foi conduzido à delegacia enquadrado pelo descumporimento da Lei Federal nº 9.605/98, que trata dos crimes contra o meio ambiente. Foi identificado o transporte e comércio dos exemplares que estão fora da medida permitida por Lei, acima da quantidade permitida para transporte, e ainda, pelo pescado ser fruto de pesca predatória com o uso ilegal de redes de pesca. 

“As fiscalizações acontecem para coibir a pesca ilegal e preservar o estoque pesqueiro. Esta prática vem contribuindo para a redução de peixes nos nossos rios”, explica o ivestigador da PJC, Hamilton Andrade Zamarioli, que participou da ação. 

CRÉDITOS: ASSESSORIA 

Pescado apreendido pela Dema com apoio da Sema
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Polícia

Operação Amazônia aplica R$ 938 mil em multas por desmatamento ilegal

As fiscalizações foram realizadas pela Sema-MT em parceria com o Exército Brasileiro

Publicados

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Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em conjunto com o Exército Brasileiro, aplicou R$ 938,300 mil em multas ambientais pelo desmate ilegal de 248,8 hectares em sete propriedades, fiscalizadas entre os dias 19 a 22 de julho, no município de Marcelândia (620 km ao Norte de Cuiabá). Foram apreendidos durante esta etapa da Operação Amazônia um trator esteira, uma máquina pá-carregadeira, um caminhão, duas motos e duas motosserras.

As alterações na vegetação foram identificadas por meio do Sistema de Monitoramento por Satélite, que permite o monitoramento praticamente em tempo real de todo o território mato-grossense, com alertas de desmatamento indicando a localização exata da alteração na vegetação.

Google: Divulgação Secom-MT

Ocorrência

Em uma fazenda de Marcelândia, foi identificado o desmatamento de aproximadamente 34,8 hectares sem autorização do órgão ambiental. Na vistoria, foram encontradas também toras de madeira prontas para serem transportadas. A extração seletiva de toras geralmente é o primeiro passo para o desmatamento ilegal. A multa aplicada foi de R$ 174 mil, correspondente a R$ 5 mil por hectare de desmatamento ilegal. Por satélite, foi possível identificar que o desmatamento ocorreu entre 2020 e 2021.

Em outra propriedade, a multa aplicada foi de R$ 74 mil pelpo desmatamento ilegal de 14,8 hectares de vegetação nativa do Bioma Amazônia sem autorização ambiental. á na quarta área fiscalizada a multa aplicada foi de R$ 107,5 mil por desmate ilegal de 21,5 hectares. Nas áreas em que não foi possível identificar o proprietário pelo cadastro em órgãos ambientais, a equipe de fiscalização irá utilizar a numeração da Unidade Consumidora do relógio da energia elétrica da propriedade para identificar e autuar o infrator.

Também por desmate sem autorização, uma quarta área foi fiscalizada e a multa chegou a R$ 75 mil pelo desmate de 15 hectares. O proprietário do quinto imóvel rural fiscalizado foi multado em R$ 58,5 mil pelo desmate ilegal de 11,5 hectares.

Na sexta área fiscalizada foi constatado o desmate ilegal de 67 hectares neste ano, e a apreensão de um trator esteira da marca Komatsu.O maquinário foi removido com caminhão prancha e destinado para o pátio da Sema-MT. A multa aplicada foi de R$ 335 mil.

Outra fazenda localizada em Marcelândia foi alvo da fiscalização, onde a equipe contatou o desmate de 84 hectares, e apreendeu uma pá carregadeira, identificou um trator pneu em más condições, que foi deixado no local, um caminhão, duas motos, duas motosserras, e 297 toras de diversos tamanhos extraídas de forma ilegal. A multa aplicada foi de R$ 114,3 mil.

A plataforma de monitoramento por satélite é financiada pelo Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros), que é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos.

O Exército Brasileiro reforça de modo temporário as ações de combate aos crimes ambientais em Mato Grosso por meio da Operação de Garantia da Lei da Ordem (GLO) e da Operação Samaúma, que atua principalmente no Bioma Amazônia.

Divulgação Secom MT

Operação Amazônia

A operação Amazônia integra órgãos estaduais e federais, sob coordenação da Sema-MT, para coibir crimes ambientais, monitorar e fiscalizar mudanças na vegetação, promover o embargo de áreas, apreensão e remoção de maquinários flagrados em uso para o crime, e a responsabilização de infratores.

Os 10 municípios que mais desmatam são os principais alvos das ações coordenadas pela Operação Amazônia. São eles: Colniza, Nova Bandeirantes, Aripuanã, Peixoto de Azevedo, Apiacás, Querência, União do Sul, Marcelândia, Juara, e Rondolândia.

O Estado de Mato Grosso já aplicou mais de R$ 808 milhões em multas ambientais neste primeiro semestre, por meio da Operação Amazônia. A ação faz parte da política de tolerância zero aos ilícitos ambientais determinada pelo governo.

Integram a iniciativa as Secretarias de Estado de Meio Ambiente, de Segurança Pública, o Exército Brasileiro, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Corpo de Bombeiros Militar (CBMMT), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Ministério Público Federal (MPF) e Ibama.

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