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Você tem o direito de errar

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Por: Stephanie Romero

 

 

As 3 Necessidades Emocionais do Ser Humano:

1 – Ser ouvido na essência

2 – Ser reconhecido e amado

3 – Ter o direito de errar

 

Quero falar aqui especificamente da terceira.

“Ter o direito de errar.”

Isso significa ter em sua convivência pessoas que após um resultado não esperado, ou seja um erro, sejam tolerantes e flexíveis, e saibam, antes de julgar, criticar ou excluir, compreender e analisar quais foram os motivos, que levaram a pessoa a errar.  Além de fazer o ser humano em questão refletir:

“se a mesma situação se repetisse, qual outra atitude você poderia ter para que o resultado então fosse diferente, fosse de acordo com essa nova consciência criada após o erro?”

Este é o maior ensinamento que a terceira necessidade emocional do ser humano tem a nos passar.

Os erros se tratados com respeito, podem ser grandes professores!

“Ah mas o peso de um erro no meu ramo de negócio pode ser fatal! Imagine um piloto de avião?”

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Se você se enxerga em uma situação parecida em seu ramo de negócios; tenho uma dica para você:

Gestor! Crie espaços, oportunidades, contextos em seu negócio, nos quais você possa incentivar as pessoa a se arriscarem, inovarem, tentarem, terem o direito de ERRAR.

Nesses ambientes, elas poderão testar ações e evoluírem, como um laboratório de experiências, para  ampliar a consciência, aprenderem.

Perceba que além de toda essa oportunidade de desenvolvimento profissional, como consequência elas podem também trazerem novas ideias e oportunidade de inovação para o negócio.

 

Voltando ao piloto:

Aí está a grande importância do simulador de voo… Quais simuladores de voo você pode criar no seu negócio, para que as pessoas pratiquem com liberdade o direito de errar?

Seja um incentivador de pessoas, o mundo já tem críticos demais…

Incentive sua equipe a aprender com o erro e: tentar novamente, porém agora com a consciência ampliada, com uma Nova Mente!

Quando temos essa atitude como líderes, de fazer com que nossa equipe possa evoluir  e expandir sua consciência após um erro, mostramos a ela a importância de se praticar a gestão de resultados e não a gestão do medo; e assim estaremos formando e evoluindo pessoas, como um verdadeiro líder deve ser!

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Como já dizia Bill Gates: “Toda empresa precisa de gente que erra, que não tem medo de errar, e que aprende com o erro.”

 

Cynthia Lemos é Psicóloga Empresarial e Coach na Grandy Desenvolvimento Humano. Especialista no Desenvolvimento de Líderes e Empresas tem a missão de: Expandir a Consciência e Gerar Ações Transformadoras – para pessoas e empresas que desejam evoluir em seus projetos e objetivos. Email: [email protected]

 

 

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Câncer de mama e terapia hormonal

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O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais frequente no mundo (exceto tumores de pele não melanoma) e a primeira causa de morte por câncer na população feminina no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Para o Brasil, estimam-se 66.280 casos novos de câncer de mama, para cada ano do triênio 2020-2022. (INCA). A patologia de mama feminina ocupa a primeira posição mais frequente em todas as regiões  brasileiras.

Ele não possui causa única, uma vez que diversos fatores estão relacionados ao seu desenvolvimento, sendo os mais conhecidos: idade, fatores genéticos, hereditários, hormonais e ambientais, além da história reprodutiva.

No Brasil e no mundo, a incidência de câncer vem aumentando nos últimos anos. Os casos entre mulheres com menos de 35 anos também tiveram sua proporção ampliada: a incidência, que historicamente era de 2%, gira agora entre 4% e 5%.

Os fatores hormonais estão relacionados principalmente ao estímulo do estrogênio, seja ele produzido pelo próprio corpo ou aquele obtido por meio da reposição hormonal. Esse hormônio é responsável por estimular as células mamárias até o encerramento da menopausa. A partir daí, surge o cuidado em relação à reposição hormonal.

Conhecida das mulheres que vivem o climatério, a terapia hormonal é recomendada principalmente por ajudar a aliviar os sintomas típicos dessa fase, como ondas de calor, oscilação de humor, insônia, perda de memória, dores articulares, tontura, queda na libido, sintomas urogenitais. No entanto, uma grande preocupação de muitas mulheres é se a reposição hormonal na menopausa pode causar câncer de mama. 

De acordo com o Inca, a terapia de reposição hormonal, principalmente a que combina o estrogênio com progesterona, eleva o risco de desenvolvimento do câncer de mama.
A terapia não é recomendada para quem tem histórico familiar ou pessoal de câncer de mama e do endométrio, trombose e/ou doenças cardiovasculares, justamente por aumentar os riscos de desenvolver esses problemas.
Os hormônios utilizados, a dosagem e o tempo de tratamento são determinados pelo médico especialista após avaliação criteriosa do caso, levando em consideração a individualidade de cada paciente.

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A atual metanálise britânica , ou seja, análise de diversos estudos realizados sobre o assunto, foi publicada no periódico The Lancet e envolveu os dados de mais de 108 mil usuárias que desenvolveram a doença.

De acordo com a pesquisa, enquanto o risco geral de mulheres entre 50 e 69 anos desenvolverem câncer de mama é de 6,3%, aquelas que fizeram uso diário da combinação de estrogênio e progesterona —uma das mais comuns da reposição hormonal — por cinco anos tiveram o risco aumentado para 8,3%. 
O estudo ainda mostrou que o risco persiste mesmo após 10 anos da interrupção do uso hormonal, informação que não era consenso antes entre os médicos. O que chamou a atenção no estudo atual britânico foi o fato de que a terapia de reposição hormonal pode ter riscos ainda maiores se for utilizada por mulheres acima do peso ou obesas ou ainda que façam uso excessivo de álcool.

Após uma certa idade, espera-se que as células mamárias, que são sensíveis aos hormônios femininos, não tenham mais esse estímulo hormonal para se multiplicarem. A terapia de reposição vai continuar esse estímulo. Se há alguma célula cancerígena, é como um estímulo de gatilho para essas células.

 
Mesmo que não exista alguma célula anormal, no entanto, a continuidade no estímulo aumenta as chances do eventual surgimento de alguma mutação que leve à formação de tumores.

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É importante que a mulher seja informada para que possa levar isso em consideração na hora de optar ou não pelo tratamento. A paciente precisa saber que o recomendado é que a reposição não dure mais do que cinco anos, já que, após esse período, os riscos se intensificam. Cada paciente deve ser individualizada na continuidade da terapia após esse período.

É necessário que a mulher e seu médico avaliem a real necessidade de se fazer uso de hormônios nessa fase da vida e, caso seja realmente necessário, na janela de oportunidades, que a aplicação seja feita pelo menor tempo possível. Existem outras formas de tentar lidar com os efeitos da menopausa na saúde e na qualidade de vida, como a prática de exercícios físicos e o controle da alimentação. O uso de hormônios precisa seguir critérios rigorosos.

 
Assim, a reposição hormonal, se necessária, deve ser criteriosa, individualizada e por pouco tempo, respeitando sempre a história patológica familiar, pessoal e o estilo de vida.
Giovana Fortunato é ginecologista e obstetra, especialista em endometriose e infertilidade, é professora no HUJM e integra a equipe da Clínica Eladium
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