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QUAL A DIFERENÇA ENTRE HITLER E LULA?

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Por: João Victor

O nazismo, movimento conduzido por Adolf Hitler, teve como finalidade expandir as rotas comerciais europeia e melhorar a economia alemã, todavia, o ditador em questão manipulou os alemães levando-os para uma guerra que em seu termino, acabou que por gerar uma catástrofe econômica e social para o país europeu.

Hitler em seu governo, melhorou a economia alemã a níveis surpreendentes, e levou o país a um patamar jamais visto em sua época, isto é, com essas melhorias foi possível criar poder bélico surpreendente para destruir a Polônia em poucos dias e tomar quase toda a Europa, ainda por cima invadir e conquistar metade da Rússia (maior país do mundo).  

Lula, nascido no nordeste Brasileiro, trabalhava numa metalúrgica e teve que se aposentar cedo por conta de um ferimento grave. Ainda não se sabe como ele não perdeu a mão, já que o mesmo, apenas perdeu um dedo, coisa surpreendente; já que muitos dos casos relatados naquela época envolviam grandes retaliações de membros do corpo.

Logo após sua trajetória, se tornou líder de um “sindicato”, preso por lutar pela “democracia”, onde muito se via contrabando e destruição de patrimônios urbanos. Quando chegou ao poder trouxe diversas melhorias como: enriquecimento de sua família, se tornou dono de apartamentos (onde era presenteado), criação do “bolsa família” utilizada diversas vezes como moeda de troca.

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Segundo lula, líder PT, como mesmo ele diz “várias melhorias EU trouxe para o País”, mas ainda pode-se ver, bairros sem hospitais, extravasamento de verbas públicas, “colegas” de partidos ficando ricos (não se sabe como) e ainda por cima, familiares se tornando donos de empresas grandiosas aponto de se perguntar, com qual dinheiro ele construiu tal patrimônio?

Economicamente falando, Hitler trouxe uma devastação para seu país, mesmo com melhorias econômicas, a guerra e os confrontos da Alemanha contra o mundo foi uma de suas falhas.

Já o PT trabalhava com o ocultismo em seu governo, onde “dizia” fazer melhorias e, no entanto, podia se ver uma taxa de desemprego que não se acabava, pobres morrendo de fome, e vazamento de bilhões de reais dos bancos Brasileiros, além de destruir um dos maiores patrimônios de seu povo, a PETROBRAS.

A Alemanha foi o primeiro país a proibir a vivissecção (dissecação de animais em vida) no mundo, decretando a proibição nacional em abril de 1933. Quando os nazistas chegaram ao poder em 1933, suas preocupações não só tinham relação com pessoas, mas com os animais nativos da Alemanha. Em 1934, uma lei de caça nacional foi passada para regular o modo como muitos animais poderiam ser mortos por ano, e para estabelecer “as temporadas de caça” adequadas.

Existem rumores de que Hitler era tão contrário ao fumo a ponto de não permanecer no mesmo ambiente com alguém fumando, e muitas vezes defender a oposição como desperdício de dinheiro. Assim, ele começou um dos movimentos antitabaco mais caros e eficazes da História.

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O homem que inventou os foguetes, como os conhecemos hoje, Wernher Von Braun, era um membro do partido nazista e Diretor Schutzstaffel comissionado. Ele ajudou a Alemanha e os Estados Unidos no uso de foguetes durante e após a 2 ª Guerra Mundial, e eventualmente se tornou um cidadão naturalizado nos EUA. 
Embora tenha sido pioneiro em muitas áreas, incluindo a instalação de foguetes de combustível líquido em aeronaves e órbita para mísseis terra, ele é mais conhecido por suas realizações na NASA. 

Também há boatos de que Luís Inácio lula da silva é alcoólatra e apreciador do charuto cubano, sem falar que nunca promoveu propagandas para que o povo Brasileiro deixasse de desperdiçar dinheiro com coisas supérfluas. O Brasil é um país rico com diversos tipos de plantas, animais diferentes e minerais, porém as matas estão sofrendo com queimadas e o Nordeste com a seca.

Não podemos esquecer também que empresas estrangeiras estão tomando posse de diversas propriedades Brasileiras e isso por conta da sua incompetência como presidente.

 

 

 

João Victor é jornalista e acadêmico de biomedicina.

 

 

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Câncer de mama e terapia hormonal

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O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais frequente no mundo (exceto tumores de pele não melanoma) e a primeira causa de morte por câncer na população feminina no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Para o Brasil, estimam-se 66.280 casos novos de câncer de mama, para cada ano do triênio 2020-2022. (INCA). A patologia de mama feminina ocupa a primeira posição mais frequente em todas as regiões  brasileiras.

Ele não possui causa única, uma vez que diversos fatores estão relacionados ao seu desenvolvimento, sendo os mais conhecidos: idade, fatores genéticos, hereditários, hormonais e ambientais, além da história reprodutiva.

No Brasil e no mundo, a incidência de câncer vem aumentando nos últimos anos. Os casos entre mulheres com menos de 35 anos também tiveram sua proporção ampliada: a incidência, que historicamente era de 2%, gira agora entre 4% e 5%.

Os fatores hormonais estão relacionados principalmente ao estímulo do estrogênio, seja ele produzido pelo próprio corpo ou aquele obtido por meio da reposição hormonal. Esse hormônio é responsável por estimular as células mamárias até o encerramento da menopausa. A partir daí, surge o cuidado em relação à reposição hormonal.

Conhecida das mulheres que vivem o climatério, a terapia hormonal é recomendada principalmente por ajudar a aliviar os sintomas típicos dessa fase, como ondas de calor, oscilação de humor, insônia, perda de memória, dores articulares, tontura, queda na libido, sintomas urogenitais. No entanto, uma grande preocupação de muitas mulheres é se a reposição hormonal na menopausa pode causar câncer de mama. 

De acordo com o Inca, a terapia de reposição hormonal, principalmente a que combina o estrogênio com progesterona, eleva o risco de desenvolvimento do câncer de mama.
A terapia não é recomendada para quem tem histórico familiar ou pessoal de câncer de mama e do endométrio, trombose e/ou doenças cardiovasculares, justamente por aumentar os riscos de desenvolver esses problemas.
Os hormônios utilizados, a dosagem e o tempo de tratamento são determinados pelo médico especialista após avaliação criteriosa do caso, levando em consideração a individualidade de cada paciente.

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A atual metanálise britânica , ou seja, análise de diversos estudos realizados sobre o assunto, foi publicada no periódico The Lancet e envolveu os dados de mais de 108 mil usuárias que desenvolveram a doença.

De acordo com a pesquisa, enquanto o risco geral de mulheres entre 50 e 69 anos desenvolverem câncer de mama é de 6,3%, aquelas que fizeram uso diário da combinação de estrogênio e progesterona —uma das mais comuns da reposição hormonal — por cinco anos tiveram o risco aumentado para 8,3%. 
O estudo ainda mostrou que o risco persiste mesmo após 10 anos da interrupção do uso hormonal, informação que não era consenso antes entre os médicos. O que chamou a atenção no estudo atual britânico foi o fato de que a terapia de reposição hormonal pode ter riscos ainda maiores se for utilizada por mulheres acima do peso ou obesas ou ainda que façam uso excessivo de álcool.

Após uma certa idade, espera-se que as células mamárias, que são sensíveis aos hormônios femininos, não tenham mais esse estímulo hormonal para se multiplicarem. A terapia de reposição vai continuar esse estímulo. Se há alguma célula cancerígena, é como um estímulo de gatilho para essas células.

 
Mesmo que não exista alguma célula anormal, no entanto, a continuidade no estímulo aumenta as chances do eventual surgimento de alguma mutação que leve à formação de tumores.

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É importante que a mulher seja informada para que possa levar isso em consideração na hora de optar ou não pelo tratamento. A paciente precisa saber que o recomendado é que a reposição não dure mais do que cinco anos, já que, após esse período, os riscos se intensificam. Cada paciente deve ser individualizada na continuidade da terapia após esse período.

É necessário que a mulher e seu médico avaliem a real necessidade de se fazer uso de hormônios nessa fase da vida e, caso seja realmente necessário, na janela de oportunidades, que a aplicação seja feita pelo menor tempo possível. Existem outras formas de tentar lidar com os efeitos da menopausa na saúde e na qualidade de vida, como a prática de exercícios físicos e o controle da alimentação. O uso de hormônios precisa seguir critérios rigorosos.

 
Assim, a reposição hormonal, se necessária, deve ser criteriosa, individualizada e por pouco tempo, respeitando sempre a história patológica familiar, pessoal e o estilo de vida.
Giovana Fortunato é ginecologista e obstetra, especialista em endometriose e infertilidade, é professora no HUJM e integra a equipe da Clínica Eladium
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