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União Europeia tem conversas avançadas com CureVac para comprar vacina

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A Comissão Europeia e a empresa alemã de biotecnologia CureVac anunciaram nesta quinta-feira (20) que estão em conversas avançadas para o fornecimento de pelo menos 225 milhões de doses de uma potencial vacina contra a covid-19 para os países da União Europeia (UE).

O órgão executivo da UE também negocia com a Johnson & Johnson e com a Sanofi para adquirir as candidatas a vacinas que estão desenvolvendo e fechou acordo, na semana passada, para a compra de pelo menos 300 milhões de doses da potencial vacina da AstraZeneca, desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

“Hoje concluímos conversas com a CureVac para aumentar as chances de encontrar uma vacina efetiva contra o novo coronavírus”, disse a comissária de Saúde da UE, Stella Kyriakides, confirmando reportagem publicada pela Reuters em julho.

A UE vai agora iniciar as negociações de um contrato com a CureVac, que pode se tornar o primeiro acordo bilateral de fornecimento da companhia, com vistas a assegurar a vacina para os 27 Estados-membros do bloco, caso se prove eficaz.

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A CureVac disse nesta quinta que as negociações incluem uma opção de fornecimento de 180 milhões de doses adicionais.

Autoridades da UE informaram à Reuters no mês passado que a comissão também negocia com a empresa norte-americana de biotecnologia Moderna e com a companhia alemã de biotecnologia BioNTech, que está desenvolvendo uma vacina em parceria com a norte-americana Pfizer.

A CureVac disse que pode iniciar os testes em larga escala de sua vacina em humanos no último trimestre deste ano, baseada nos resultados dos testes que estão atualmente em andamento.

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Reino Unido tem casos da variante Ômicron e impõe restrições de voo

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Austrália e vários outros países se juntaram a nações que impuseram restrições a viagens partindo do sul da África neste sábado, depois que a descoberta da nova variante Ômicron gerou preocupação global e desencadeou uma onda de vendas de ativos nos mercados financeiros.

Mas indicando que tais restrições podem não conter a disseminação da variante, o Reino Unido informou neste sábado que detectou dois casos e autoridades na Alemanha e na República Tcheca também afirmaram ter suspeitas de casos.

A ômicron, classificada como “variante de preocupação” pela Organização Mundial da Saúde, é potencialmente mais contagiosa que as variantes anteriores da doença, embora especialistas ainda não saibam se ela causará uma doença mais ou menos grave em comparação com outras cepas de coronavírus.

A variante foi descoberta pela primeira vez na África do Sul e, desde então, também foi detectada na Bélgica, Botswana, Israel e Hong Kong.

As autoridades holandesas disseram que 61 das cerca de 600 pessoas que chegaram a Amsterdã em dois voos da África do Sul na sexta-feira testaram positivo para o coronavírus. As autoridades de saúde estão realizando mais testes para ver se esses casos envolvem a nova variante.

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Uma passageira que chegou da África do Sul na sexta-feira, a fotógrafa holandesa Paula Zimmerman, disse ter testado negativo, mas estava ansiosa com os dias que viriam, depois de passar horas em um voo que provavelmente tinha muitos passageiros infectados.

“Disseram-me que a expectativa é que mais pessoas tenham teste positivo depois de cinco dias. É um pouco assustador a ideia de que você esteve em um avião com muitas pessoas com teste positivo”, disse ela.

Pode levar semanas para os cientistas entenderem completamente as mutações da variante e se as vacinas e os tratamentos existentes são eficazes contra ela. Ômicron é a quinta variante de preocupação designada pela OMS.

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