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Rodada de negociações de paz em Astana termina com acordo para criar zonas de segurança na Síria

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Oposição armada síria não gostou do resultado e se retirou da reunião, protestando.

Da Redação

Rússia, a Turquia e o Irã assinaram nesta quinta-feira (4) um acordo para criar zonas de segurança na Síria após mais uma rodada de negociações de paz na capital do Cazaquistão, Astana.

A oposição armada síria, que na quarta-feira havia deixado o evento após exigir a cessação dos bombardeios aéreos contra territórios controlados por rebeldes, voltou a participar nesta quinta, mas não gostou do resultado e se retirou da mesa, protestando.

O ministro do exterior cazaque, Kairat Abdrakhmanov, disse que a próxima rodada de negociações no país ocorrerá em meados de julho.

Pouco antes da reunião plenária, o delegado do Comitê Supremo de Negociações da oposição síria, Yahya Al Aridi, reiterou que as negociações políticas não podem acontecer antes de haver um cessar-fogo total.

O representante especial da ONU para Síria, Staffan de Mistura, participa das conversas para apoiar os esforços que buscam consolidar o cessar-fogo.

Os países do Conselho de Segurança da ONU reiteraram recentemente que Genebra se mantém como o centro das negociações políticas para pôr fim ao conflito sírio, enquanto em Astana são discutidos aspectos de ordem militar.

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Fonte: Agencia EFE

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Coreia do Norte critica exercícios aéreos entre EUA e Coreia do Sul

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As Forças Armadas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul realizaram exercícios aéreos combinados envolvendo bombardeiros B-1 sobre águas a oeste da Península Coreana.

Segundo o Ministério da Defesa da Coreia do Sul, as manobras ocorreram nesta quarta-feira (1º) sobre o Mar Amarelo. Elas contaram com bombardeiros B-1 da Força Aérea dos Estados Unidos, além de caças F-35 de última geração pertencentes às Forças Armadas americanas e sul-coreanas.

Funcionários governamentais da Coreia do Sul ressaltaram que vão responder com firmeza a ameaças nucleares e de mísseis da Coreia do Norte.

Reação drástica

Hoje (2), o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte advertiu quanto a uma “reação drástica” para qualquer ação militar dos Estados Unidos.

A chancelaria norte-coreana divulgou uma declaração após as conversações entre os chefes de defesa dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. O documento criticou o compromisso dos chefes de defesa de reforçar uma “dissuasão ampliada”, na qual o lado americano protegeria seus aliados com artefatos nucleares e outras armas.

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A declaração da Coreia do Norte diz que a resposta de Pyongyang para quaisquer tentativas militares dos Estados Unidos terá como base o princípio de “bomba nuclear por bomba nuclear e confronto total por confronto total.”

Fonte: EBC Internacional

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