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Rainha Elizabeth visita vítimas de atentado em hospitais

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Segundo autoridades da saúde, 116 pessoas precisaram receber tratamento em hospitais, em razão do ataque terrorista de segunda-feira

Da Redação

 

Em meio ao luto nacional, rainha Elizabeth II, de 91 anos, visitou feridos que seguem internados após o ataque terrorista do início da semana. A monarca encontrou com vítimas na manhã desta quinta-feira, em dois hospitais de Manchester – a Enfermaria Real, onde estão 19 vítimas, e o Hospital Infantil, que trata 14 crianças e adolescentes.

Três dias após o atentado que deixou 22 mortos, 75 pessoas permanecem internadas em oito hospitais da região, informou o Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra (NHS, na sigla em inglês). Destas, 23 estão sob cuidado intensivo, por terem ferimentos mais graves.

Centenas de pessoas observam um minuto de silêncio no centro da cidade de Manchester em memória aos mortos no ataque terrorista durante show na Manchester Arena

Autoridades informaram que desde a explosão, junto à arena onde acontecia um show da cantora Ariana Grande, 116 pessoas precisaram receber tratamento. Segundo o chefe do sistema de saúde em Manchester, Jon Rouse, a NHS oferecerá apoio às vítimas nas próximas semana, meses e até anos, já que “alguns indivíduos tem ferimentos que mudarão suas vidas e precisarão de suporte por um longo tempo”.

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Até a manhã de hoje, 21 das 22 vítimas fatais tiveram suas identidades divulgadas e sete delas são menores de idade. A mais velha, Jane Tweddle-Taylor, tem 51 anos e a mais nova é a menina Saffie Rose Roussos, de 8. Após a identificação dos mortos, o foco dos investigadores é entender o planejamento do ataque: as forças de segurança já prenderam oito suspeitos de terem ajudado o homem-bomba Salman Abedi e suspeitam da existência de uma rede terrorista.

 

 

 

Fonte: Veja

 

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Nobel de física é atribuído a cientistas da França, EUA e Áustria

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O Prêmio Nobel da Física foi atribuído, nesta terça-feira (4), a Alain Aspect, John F. Clauser e Anton Zeilinger por avanços na mecânica quântica. Os vencedores foram anunciados pela Real Academia Sueca de Ciências, em Estocolmo, na Suécia.

De acordo com a Academia Nobel, os investigadores da Universidade Paris-Saclay (França), da J.F. Clauser & Assoc. (EUA) e da Universidade de Viena (Áustria), respectivamente, distinguiram-se “pelas experiências com fotões enredados, estabelecendo a violação das desigualdades de Bell e sendo pioneiros na ciência da informação quântica”.

Os laureados deste ano “conduziram experiências inovadoras usando estados quânticos emaranhados, onde duas partículas se comportam como uma única unidade, mesmo quando separadas”.

A Academia justifica a nomeação com os resultados que “abriram caminho para novas tecnologias baseadas em informações quânticas”.

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“Os efeitos inefáveis ​​da mecânica quântica estão começando a encontrar aplicações. Existe agora um grande campo de investigação que inclui computadores quânticos, redes quânticas e comunicação criptografada quântica segura”.

Um fator-chave nesse desenvolvimento, explicou a Academia, “é como a mecânica quântica permite que duas ou mais partículas existam no que é chamado de estado enredado”. O que acontece com “uma das partículas num par enredado determina o que acontece com a outra partícula, mesmo que estejam distantes”.

John Clauser desenvolveu as ideias de John Bell sobre a informação quântica, com experiências mais práticas. Alain Aspect, por sua vez, “desenvolveu a configuração, usando-a de uma forma que fechou uma brecha importante”.

“Através de ferramentas refinadas e uma longa série de experiências, Anton Zeilinger começou a usar estados quânticos enredados”. Estes investigadores conseguiram provar “um fenômeno chamado teletransporte quântico, que possibilita mover um estado quântico de uma partícula para outra à distância”.

“Tornou-se cada vez mais claro que um novo tipo de tecnologia quântica está surgindo. Podemos ver que o trabalho dos laureados com estados enredados é de grande importância, mesmo além das questões fundamentais sobre a interpretação da mecânica quântica”, explicou ainda Anders Irbäck, presidente do Comitê Nobel de Física.

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No ano passado, a academia homenageou Syukuro Manabe, do Japão e dos Estados Unidos, e o alemão Klaus Hasselmann por suas investigações sobre modelos climáticos, enquanto o italiano Giorgio Parisi também ganhou pelo seu trabalho sobre a interação de desordem e flutuações em sistemas físicos.

Fonte: EBC Internacional

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