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Presidente dos EUA testa positivo para Covid de novo e cancela viagens

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, testou positivo novamente para Covid-19 neste sábado, de acordo com um comunicado da Casa Branca, embora não esteja apresentando sintomas e se sinta “muito bem”.

Biden, que testou positivo para a doença há nove dias, mas deu negativo duas vezes no início desta semana, retomará os procedimentos de isolamento. Acredita-se que seu teste positivo seja um “rebote” experimentado por alguns pacientes com a doença, de acordo com o médico da Casa Branca, Kevin O’Connor.

Biden tuitou sobre o novo teste, dizendo que isso pode acontecer com uma “pequena minoria de pessoas”.

“Não tenho sintomas, mas vou me isolar para a segurança de todos ao meu redor. Ainda estou no trabalho e voltarei à estrada em breve”, escreveu no Twitter.

A Casa Branca afirmou que Biden cancelou viagens que faria aos Estados norte-americanos de Delaware e Michigan na próxima semana e que ele ficará isolado até testar negativo novamente.

O’Connor disse que Biden, que tem 79 anos, testou negativo nos últimos quatro dias e não há planos para reiniciar o tratamento devido à falta de sintomas.

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Biden descreveu anteriormente sua experiência com Covid como leve, dizendo que conseguiu continuar trabalhando enquanto estava isolado e atribuiu sua relativa facilidade com a doença a vacinas e outros tratamentos.

O’Connor havia dito anteriormente que Biden seria testado regularmente para observar um possível caso de “rebote” de Covid-19, que pode ser experimentado por alguns pacientes que foram tratados com Paxlovid, o medicamento que o presidente recebeu.

Fonte: EBC Internacional

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Secretário-geral da ONU condena ameaças de guerra nuclear

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres,  disse neste sábado (6), durante um evento em Hiroshima para marcar os 77 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade japonesa, considera inaceitável que os países com armas nucleares admitam a possibilidade de uma guerra com o uso deste tipo de armamento e avisa que a humanidade está brincando com uma arma carregada.

“Temos de manter os horrores de Hiroshima sempre presentes, reconhecendo que existe apenas uma solução para a ameça nuclear, não haver armas nucleares”, disse Guterres. “Quase 13 mil armas nucleares são mantidas em arsenais em todo o mundo e crises fortemente sublinhadas pelo nuclear disseminam-se depressa, do Oriente Média à península coreana e na invasão russa da Ucrânia.”

Durante o evento, Guterres pediu aos países que trabalhem para eliminar as armas nucleares. “Os países que têm armas nucleares têm que se empenhar na não utilização dessas armas e também têm que garantir aos estados que não possuem armas nucleares, que não usarão e nem ameaçarão usar essas armas contra eles.”

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Mais de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima em consequência do ataque norte-americano usando uma bomba nuclear no dia 6 de agosto de 1945. Foi a primeira vez que este tipo de armamento foi utilizado. Três dias depois, os EUA soltaram uma segunda bomba atômica na cidade japonesa de Nagasaki.

* Com informações da RTP

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Internacional

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