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Pelo menos 67 pessoas morrem na Índia em enchentes e deslizamentos

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Pelo menos 67 pessoas morreram no estado de Maharashtra, no oeste da Índia, disseram as autoridades, nesta sexta-feira, após chuvas torrenciais causarem deslizamentos de terra e enchentes em áreas baixas, isolando centenas de vilas.

Parte da costa oeste da Índia recebeu até 594 mm de chuva em 24 horas, forçando as autoridades a retirarem pessoas de áreas vulneráveis enquanto liberavam água de represas que ameaçavam transbordar.

“Chuvas inesperadas e muito fortes provocaram deslizamentos de terra em muitos lugares e rios inundados”, disse o ministro-chefe Uddhav Thackeray, que lidera o governo estadual de Maharashtra, a jornalistas.

“Represas e rios estão transbordando. Somos forçados a liberar água das represas e, portanto, estamos mudando pessoas que moram perto das margens dos rios para locais mais seguros.”

A Marinha e o Exército estavam ajudando as operações de resgate em áreas costeiras, acrescentou.

As chuvas sazonais das monções entre junho e setembro causam mortes e deslocamentos em massa ao redor do sul da Ásia todos os anos, mas elas também entregam mais de 70% das chuvas da Índia e são cruciais para os agricultores.

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Venda de submarinos: Macron e Biden buscam restabelecer confiança

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A França vai enviar seu embaixador de volta a Washington, depois de o presidente Emmanuel Macron ter tido uma conversa com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, sobre a ultrapassagem dos norte-americanos na venda de submarinos à Austrália. Em declaração conjunta, após o telefonema que durou cerca de meia hora, os dois líderes concordaram em avançar com consultas aprofundadas para reconstruir a confiança perdida com o pacto Aukus.

Há poucos dias, os EUA, em conjunto com os britânicos, anunciaram um acordo com a Austrália para o fornecimento de submarinos ao país. A notícia deixou os franceses enfurecidos porque esse era um negócio de muitos bilhões que já estava fechado há algum tempo com Paris. Além disso, Macron só teria tido conhecimento desse acordo horas antes de ele ter sido anunciado. 

Macron e Biden tiveram agora uma conversa, por telefone, que, de acordo com comunicado divulgado ao final, serviu para reafirmar os laços de amizade entre os dois países. 

A França concordou em enviar de volta o embaixador para Washington, e a Casa Branca reconheceu que errou ao negociar um acordo para a Austrália comprar aos EUA os submarinos sem consultar Paris.

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“Os dois líderes concordaram que a situação teria sido benéfica se tivessem existido consultas abertas entre aliados sobre questões de interesse estratégico para a França e os parceiros europeus”, diz o comunicado conjunto.

Os dois concordaram também em lançar consultas aprofundadas para reconstruir a confiança. Ficou acertado que o presidente norte-americano vai encontrar-se com o francês na Europa, no fim de outubro.

De acordo com a agência Reuters, Washington também se comprometeu com o aumento do apoio às operações de combate ao terrorismo no Sahel, conduzidas por Estados europeus.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o seu homólogo francês, Jean-Yves Le Drian, encontraram-se paralelamente à reunião nas Nações Unidas e devem voltar a se encontrar.

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