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OMS busca US$2,5 bilhões para combater emergências de saúde

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um apelo de financiamento de 2,54 bilhões de dólares para ajudar pessoas que enfrentam emergências de saúde em todo o mundo, incluindo em conflitos no Iêmen, na Síria e na Ucrânia.

“Mais pessoas do que nunca enfrentam o risco iminente de doenças e fome e precisam de ajuda agora”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “O mundo não pode desviar o olhar e esperar que essas crises se resolvam sozinhas”, completou.

A organização está respondendo ao que diz ser um número sem precedentes de 54 emergências de saúde em todo o mundo, incluindo 11 que classifica como nível mais alto, grau 3, incluindo a guerra na Ucrânia, os surtos de cólera e de monkeypox na República Democrática do Congo e a desnutrição na Somália.

A agência global de saúde, que tem lutado para financiar alguns programas em meio a deficiências em seu modelo de financiamento, lançou no ano passado um apelo de emergência pela primeira vez e buscou arrecadar 3,15 bilhões de dólares.

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Fonte: EBC Internacional

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França prorroga testes de covid-19 para viajantes chineses

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A França estendeu a obrigatoriedade de testes de covid-19 negativos para viajantes da China até 15 de fevereiro, segundo decreto do governo publicado neste sábado (28).

Embora as autoridades chinesas tenham dito que as infecções atingiram o pico, alguns especialistas globais alertaram sobre a possibilidade de um aumento em casos em áreas rurais da China menos equipadas para lidar com elas em um momento em que milhões de chineses viajam para reuniões de família durante o feriado do Ano Novo Lunar.

Exigência

Em 30 de dezembro a França anunciou a exigência dos testes para viajantes da China que mostrem resultado negativo num intervalo inferior a 48 horas antes da partida.

A medida, que estava prevista para durar até 31 de janeiro, impôs testes para todos os voos da China – incluindo voos com escalas – e passageiros em aviões que chegam da China foram obrigados a usar máscaras.

A China encerrou a política de covid zero no início de dezembro depois de protestos da população contra as duras medidas de isolamento social impostas pelo governo.

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Fonte: EBC Internacional

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