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Nicholas vira tempestade e leva chuva forte ao Texas e à Louisiana

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Chuvas fortes atingiram os estados norte-americanos do Texas e da Louisiana nesta terça-feira (14), quando o Furacão Nicholas regrediu para uma tempestade tropical, criando o risco de inundações e blecautes generalizados ao percorrer a Costa do Golfo dos Estados Unidos.

Trata-se da segunda grande tempestade a ameaçar a região nas últimas semanas –o Furacão Ida matou mais de duas dúzias de pessoas em agosto e devastou comunidades da Louisiana próximas de Nova Orleans.

O Nicholas, que chegou a ter a força de um furacão antes de enfraquecer, deve ficar mais fraco e se tornar uma depressão até amanhã (15), informou o Centro Nacional de Furacões (NHC).

Mas ele ainda pode causar marés de tempestade possivelmente mortais nos próximos dois dias, alertou a agência.

O Nicholas estava cerca de 25 quilômetros a sul-sudoeste de Houston, no Texas, às 7h locais, e seguia para o norte-nordeste com ventos contínuos máximos de 95 quilômetros por hora, informou o NHC em boletim.

O presidente dos EUA, Joe Biden, declarou emergência na Louisiana e determinou assistência federal para os socorristas locais por causa dos efeitos do Nicholas, disse a Casa Branca.

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A tempestade também pode desligar a eletricidade e atrapalhar os esforços de reforma depois de o Furacão Ida interromper o fornecimento de energia na Louisiana.

Na manhã de hoje, mais de 95 mil moradores da Louisiana e mais de 345 mil moradores do Texas enfrentavam blecautes, mostrou o site PowerOutage.us.

“Ele será uma tempestade de passagem muito lenta pelo estado do Texas, que durará vários dias e desencadeará uma quantidade tremenda de chuva”, disse o governador do Texas, Greg Abbott, nessa segunda-feira.

Abbott declarou estado de emergência em 17 condados e três cidades, e equipes de resgate de barco e helicópteros estão sendo acionadas ou mantidas de prontidão.

Citando alertas de inundação, o prefeito de Houston, Sylvester Turner, pediu aos cerca de 2,3 milhões de habitantes que mantenham distância das ruas e rodovias.

“Levem as coisas a sério e se preparem”, disse Turner em entrevista coletiva. “Isso é essencialmente um evento de chuva, e não sabemos quanta chuva teremos.”

O distrito escolar independente de Houston cancelou as aulas de hoje, e muitas escolas dos dois estados fecharam ontem.

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Modelos do Serviço Nacional do Clima preveem precipitação total do Nicholas que irá de 41 centímetros em áreas litorâneas do Texas a 51 centímetros em outros locais.

* Reportagem adicional de Liz Hampton, Marianna Parraga, Brendan O’Brien, Dan Whitcomb, Kanishka Singh e Sarah Morland 

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Presidente Bolsonaro se reúne com primeiro-ministro britânico nos EUA

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Em encontro na véspera da abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, acompanhados de ministros e auxiliares, conversaram sobre as relações comerciais entre os dois países e o fortalecimento da parceria bilateral. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (20) pela manhã, em Nova York, nos Estados Unidos. A informação do encontro bilateral é da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

De acordo com a pasta, eles também conversaram sobre seus programas de vacinação contra a covid-19, destacando a parceria entre Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade de Oxford, na Inglaterra, e a companhia farmacêutica AstraZeneca. Outro assunto abordado pelos dois líderes foi sobre a preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), que será realizada em novembro, na cidade Glasgow, na Escócia, país que faz parte do Reino Unido.

O presidente brasileiro está nos Estado Unidos para participar, pela terceira vez como chefe de Estado, da Assembleia Geral da ONU, cuja abertura será nesta terça-feira (21) pela manhã. Bolsonaro discursou pela primeira vez em 2019, no primeiro ano de mandato. Em 2020, por causa da pandemia, a Assembleia Geral foi totalmente virtual. 

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Na edição deste ano, o encontro está sendo em formato híbrido, com parte dos discursos gravados e outra parte presencial. Bolsonaro optou por viajar a Nova York para discursar presencialmente. Por tradição, o presidente brasileiro é o primeiro entre todos os chefes de Estado e de governo a fazerem discurso no plenário da ONU. 

Na semana passada, durante sua live semanal nas redes sociais, Bolsonaro comentou sobre o discurso que pretende fazer na Assembleia Geral deste ano. 

“Vou fazer o discurso de abertura. Um discurso tranquilo, bastante objetivo, focando os pontos que interessam para nós. É um palanque muito bom para isso também, serve como palanque, aquilo lá. Vamos mostrar objetivamente o que é o Brasil, o que estamos fazendo na questão da pandemia —  coisa que somos atacados o tempo todo não é? — bem como o agronegócio, a energia no Brasil”, disse o presidente durante a transmissão. Ele também comentou que defenderá a validade da tese do marco temporal, atualmente em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), e que limita o reconhecimento de terras indígenas. 

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Edição: Fábio Massalli

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