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Líderes europeus oficializam certificado digital Covid-19

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O regulamento que institui o novo certificado digital Covid-19 da União Europeia (UE) foi assinado nesta segunda-feira (14) em Bruxelas, na Bélgica. O primeiro-ministro português, António Costa, elogiou o “passo decisivo” para uma recuperação econômica em segurança. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, também estiveram presentes.

Na declaração conjunta, Costa destacou a importância do novo certificado para o restabelecimento das liberdades de movimentação, bem como para a recuperação econômica da região.

“O certificado digital é uma ferramenta inclusiva. Inclui pessoas que se recuperaram da covid-19, pessoas que testaram negativo e pessoas que foram vacinadas. Agora podemos viajar de forma segura. Segura para nós, para aqueles que nos recebem e para as nossas famílias, vizinhos e colegas, quando regressamos”, afirmou o primeiro-ministro. Ele lembrou, no entanto, que as regras sanitárias devem continuar a ser cumpridas.

A presidente da Comissão Europeia destacou o simbolismo da data, já que o Acordo de Schengen (convenção entre países europeus sobre uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países signatários) foi assinado há precisamente 36 anos, em 14 de junho de 1985.

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Ursula von der Leyen salientou que este novo documento tem como propósito apoiar os países após o período mais difícil da pandemia, em que houve grandes restrições nas viagens. “Desenvolvemos este certificado em tempo recorde. Vai fazer com que viajar seja mais fácil e vai dar de volta aos europeus as liberdades que tanto estimam”, afirmou ela.

O presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, disse que essa resposta constitui um “instrumento justo” que permite a todos os cidadãos, de forma “igualitária e não discriminatória, um regresso à vida normal”.

Certificado

O novo certificado digital entra em vigor a partir de 1º de julho, mas já começou a ser entregue em vários países da UE. 

O instrumento não é obrigatório para quem pretende viajar, nem é considerado “um documento de viagem”, mas poderá facilitar os deslocamentos dos europeus. Ele servirá para atestar que o seu detentor cumpre um dos seguintes requisitos para viajar sem restrições: ou já foi vacinado, ou se recuperou de uma infecção ou testou negativo para covid-19. Pode ser pedido por qualquer pessoa em uma dessas três situações, evitando eventuais quarentenas. 

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O Certificado Digital Covid-19 estará disponível em duas versões, digital e papel, e será de acesso gratuito. Fica disponível numa língua nacional e em inglês e é válido em todos os países da União Europeia e do espaço Schengen.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

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Países europeus identificam casos da variante Ômicron

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Dois casos da nova variante Ômicron do coronavírus foram detectados no estado da Bavária, no sul da Alemanha, disse o Ministério Regional da Saúde neste sábado (27).

As duas pessoas infectadas entraram na Alemanha no aeroporto de Munique em 24 de novembro, antes que a Alemanha designasse a África do Sul como uma área de variante do vírus, e agora estão isoladas, disse a autoridade.

Na Itália, um caso da variante Ômicron foi diagnosticado, informou o Instituto Nacional de Saúde (ISS).

O genoma foi sequenciado no Laboratório de Microbiologia Clínica, Virologia e Diagnóstico de Bioemergência do Hospital Sacco, de Milão, a partir de uma amostra positiva de um paciente procedente de Moçambique.

O doente e seus familiares estavam bem de saúde, afirmou o ISS, acrescentando que a sequência da amostra estava em processo de confirmação adicional.

Já o Reino Unido anunciou novas medidas hoje para tentar desacelerar a disseminação da variante Ômicron, recentemente identificada. O primeiro-ministro Boris Johnson disse que todos os recém-chegados ao país teriam que fazer um teste e que era hora de intensificar as doses de reforço da vacina.

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“Exigiremos que qualquer pessoa que entrar no Reino Unido faça um teste de PCR ao final do segundo dia após sua chegada e se isole até que tenha um resultado negativo”, disse Johnson em entrevista coletiva.

Ele disse que aqueles que entraram em contato com pessoas com resultado positivo para caso suspeito de ômicron teriam que se isolar por 10 dias e que o governo iria tornar mais rígidas as regras sobre o uso de máscaras.

O programa para oferecer doses de reforço da vacina também será intensificado, acrescentou.

Falando ao lado de Johnson, o diretor médico da Inglaterra, Chris Whitty, afirmou que havia uma chance razoável de que a variante recém-identificada pudesse ser menos fácil de combater com vacinas.

“Há uma chance razoável de que pelo menos haja algum grau de escape da vacina com esta variante”, disse Whitty.

Mais cedo neste sábado, o ministro da Saúde, Sajid Javid, divulgou que dois casos associados da nova variante ômicron foram detectados no Reino Unido, associados a viagens ao sul da África.

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O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e o Departamento de Estado desaconselharam hoje (27) viagens para oito países do sul da África depois que a Casa Branca anunciou novas restrições de viagens em resposta à nova variante Ômicron de covid-19.

O CDC elevou seu alerta de viagem para Nível Quatro: Muito Alto para a África do Sul, Zimbábue, Namíbia, Moçambique, Malawi, Lesoto, Eswatini e Botswana, enquanto o Departamento de Estado emitiu avisos paralelos de “Não Viaje” neste sábado.

Na segunda-feira (22), o CDC havia reduzido seu alerta de viagem em função da Covid-19 para a África do Sul para “Nível Um: Baixo”.

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