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Kremlin diz que ucranianos sofrerão se Europa enviar tanques à Ucrânia

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O Kremlin disse hoje (23) que o povo ucraniano sofrerá se o Ocidente enviar tanques para apoiar Kiev, enquanto a questão sobre se os tanques Leopard, de fabricação alemã, serão transferidos para a Ucrânia continuava sem solução.

Os Estados Unidos e seus aliados não conseguiram, durante as conversações da semana passada na Alemanha, convencer Berlim a fornecer seus tanques de batalha Leopard para a Ucrânia, uma exigência de Kiev ao tentar dar um novo impulso em sua luta contra as forças russas.

Berlim disse que, caso se chegasse a um consenso, permitiria aos aliados transferir os Leopards de seus próprios arsenais para a Ucrânia. Mas mesmo isso parecia ser inconclusivo.

Tanques

Perguntado sobre o assunto em uma entrevista coletiva  nesta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que as divisões na Europa sobre o fornecimento de tanques para Kiev mostraram que havia um “nervosismo” crescente dentro da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

“Mas é claro que todos os países que participam, direta ou indiretamente, do envio de armas à Ucrânia e do aumento de seu nível tecnológico são responsáveis (pela continuação do conflito)”, acrescentou Peskov.

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“O principal é que é o povo ucraniano é quem pagará o preço por todo esse pseudo apoio”, disse ele.

O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, disse hoje que seu país poderia enviar tanques Leopard para a Ucrânia como parte de uma coalizão de países, mesmo sem a permissão da Alemanha.

A Alemanha não se colocaria no caminho se a Polônia enviasse seus tanques Leopard 2, de fabricação alemã, para a Ucrânia, disse a ministra das Relações Exteriores alemã, Annalena Baerbock, em uma entrevista ao canal de televisão francês LCI.

Fonte: EBC Internacional

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França prorroga testes de covid-19 para viajantes chineses

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A França estendeu a obrigatoriedade de testes de covid-19 negativos para viajantes da China até 15 de fevereiro, segundo decreto do governo publicado neste sábado (28).

Embora as autoridades chinesas tenham dito que as infecções atingiram o pico, alguns especialistas globais alertaram sobre a possibilidade de um aumento em casos em áreas rurais da China menos equipadas para lidar com elas em um momento em que milhões de chineses viajam para reuniões de família durante o feriado do Ano Novo Lunar.

Exigência

Em 30 de dezembro a França anunciou a exigência dos testes para viajantes da China que mostrem resultado negativo num intervalo inferior a 48 horas antes da partida.

A medida, que estava prevista para durar até 31 de janeiro, impôs testes para todos os voos da China – incluindo voos com escalas – e passageiros em aviões que chegam da China foram obrigados a usar máscaras.

A China encerrou a política de covid zero no início de dezembro depois de protestos da população contra as duras medidas de isolamento social impostas pelo governo.

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Fonte: EBC Internacional

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