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Japão alerta que população deve evitar nova onda da covid-19

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O primeiro-ministro do Japão, Abe Shinzo, renovou seu pedido à população para que sejam mantidas as medidas em vigor de modo a evitar a disseminação do novo coronavírus, após a suspensão do estado de emergência em 39 províncias.

Abe fez esta declaração em uma sessão plenária da câmara alta do Parlamento nesta sexta-feira (15), em Tóquio.

Ele disse que o país precisa se preparar para uma longa batalha contra o vírus até que tratamentos e vacinas eficazes sejam desenvolvidos.

Acrescentou que o vírus ainda é uma ameaça, apesar de o estado de emergência ter sido reduzido.

Advertiu que a população necessita estar preparada para possíveis segunda e terceira ondas de infecções.

Abe disse que, caso haja um grande aumento no número de infecções, é possível que o estado de emergência tenha que ser novamente declarado para as áreas afetadas.

Exortou a população a adotar um novo estilo de vida que incorpore o distanciamento social e seguir as diretrizes emitidas por cada setor industrial.

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FMI: guerra na Ucrânia causa pior crise alimentar global desde 2008

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As interrupções nos fluxos de grãos e fertilizantes causadas pela guerra na Ucrânia provocaram a pior crise de segurança alimentar desde pelo menos a que se seguiu ao colapso financeiro global de 2007-2008, com cerca de 345 milhões de pessoas enfrentando escassez, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta sexta-feira (30).

Um novo trabalho de pesquisa do FMI estima que os 48 países mais expostos à escassez de alimentos enfrentarão um aumento combinado em suas contas de importação de 9 bilhões de dólares em 2022 e 2023, devido ao salto repentino nos preços de alimentos e fertilizantes causado pela invasão da Ucrânia.

Isso corroerá as reservas de muitos estados frágeis e afetados por conflitos que já enfrentam problemas de balanço de pagamentos após uma pandemia opressiva e custos crescentes de energia, disse o FMI.

“Somente para este ano, estimamos que os países altamente expostos precisem de até 7 bilhões de dólares para ajudar as famílias mais pobres a lidar com a situação”, disseram a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e outros funcionários do FMI em uma mensagem.

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A guerra agravou uma crise alimentar que vem crescendo desde 2018, em parte devido à crescente frequência e gravidade dos choques climáticos e conflitos regionais, disseram eles.

O fundo pediu um rápido aumento da assistência humanitária por meio do Programa Mundial de Alimentos e outras organizações, bem como medidas fiscais direcionadas, nos países afetados, para ajudar os pobres. Mas afirmou que os governos precisam priorizar o combate à inflação.

“A assistência social de curto prazo deve se concentrar em fornecer ajuda alimentar emergencial ou transferências de dinheiro para os pobres, como as recentemente anunciadas por Djibuti, Honduras e Serra Leoa”, disse Georgieva.

O fundo também pediu a eliminação das proibições de exportação de alimentos e outras medidas protecionistas, citando pesquisas do Banco Mundial de que elas representam até 9% do aumento mundial do preço do trigo.

A nova pesquisa e recomendações ocorrem enquanto o Conselho Executivo do FMI aprovou o aumento do acesso ao financiamento de emergência para os países mais vulneráveis.

O novo mecanismo de emergência pode fornecer até 1,3 bilhão de dólares em financiamento adicional do FMI para a Ucrânia.

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A Ucrânia estava entre os cinco maiores exportadores de grãos antes da guerra, respondendo por cerca de 15% das exportações globais de milho e 12% das exportações de trigo, e a retomada dos embarques dos portos do Mar Negro sob um acordo com a Rússia aliviou apenas parcialmente a escassez.

Mas o conflito está reduzindo a produção agrícola futura da Ucrânia.

Fonte: EBC Internacional

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