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Covid-19: Portugal anuncia plano para suspensão de restrições

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Portugal anunciou nesta quinta-feira (29) um plano de três etapas para suspender as restrições adotadas para conter a covid-19 no país, incluindo o fim do toque de recolher noturno, à medida que a vacinação no país progride e ajudando a controlar um recente surto de infecções.

A partir de domingo (1º), às 23h no horário local, o toque de recolher não estará mais em vigor, e as restrições ao horário de funcionamento de restaurantes e lojas também serão suspensas, informou o primeiro-ministro de Portugal, António Costa, em entrevista coletiva.

Os torcedores poderão retornar aos eventos esportivos sob determinadas condições, que ainda não foram anunciadas e, embora o trabalho remoto ainda seja recomendado, não será mais obrigatório.

“A vacinação contribuiu significativamente para essas medidas, mas não podemos ignorar o fato de que o vírus continua circulando. A pandemia não desapareceu”, disse Costa.

Mais restrições serão gradualmente suspensas nos próximos meses, à medida que mais e mais pessoas tomarem vacinas contra a covid-19. Cerca de metade da população está agora totalmente imunizada e todos os maiores de 18 anos já podem agendar a vacinação.

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Na segunda fase do plano, que começará em setembro, quando 70% da população estiver totalmente vacinada, terminará a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas externas, mas a proteção facial ainda será exigida em grandes aglomerações. As máscaras permanecerão obrigatórias em ambientes fechados.

Boates e bares, que estão fechados desde março do ano passado, devem reabrir no mês seguinte, mas será requisitado o certificado digital da União Europeia ou um teste negativo para coronavírus para liberar a entrada.

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Presidente Bolsonaro se reúne com primeiro-ministro britânico nos EUA

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Em encontro na véspera da abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, acompanhados de ministros e auxiliares, conversaram sobre as relações comerciais entre os dois países e o fortalecimento da parceria bilateral. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (20) pela manhã, em Nova York, nos Estados Unidos. A informação do encontro bilateral é da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

De acordo com a pasta, eles também conversaram sobre seus programas de vacinação contra a covid-19, destacando a parceria entre Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade de Oxford, na Inglaterra, e a companhia farmacêutica AstraZeneca. Outro assunto abordado pelos dois líderes foi sobre a preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), que será realizada em novembro, na cidade Glasgow, na Escócia, país que faz parte do Reino Unido.

O presidente brasileiro está nos Estado Unidos para participar, pela terceira vez como chefe de Estado, da Assembleia Geral da ONU, cuja abertura será nesta terça-feira (21) pela manhã. Bolsonaro discursou pela primeira vez em 2019, no primeiro ano de mandato. Em 2020, por causa da pandemia, a Assembleia Geral foi totalmente virtual. 

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Na edição deste ano, o encontro está sendo em formato híbrido, com parte dos discursos gravados e outra parte presencial. Bolsonaro optou por viajar a Nova York para discursar presencialmente. Por tradição, o presidente brasileiro é o primeiro entre todos os chefes de Estado e de governo a fazerem discurso no plenário da ONU. 

Na semana passada, durante sua live semanal nas redes sociais, Bolsonaro comentou sobre o discurso que pretende fazer na Assembleia Geral deste ano. 

“Vou fazer o discurso de abertura. Um discurso tranquilo, bastante objetivo, focando os pontos que interessam para nós. É um palanque muito bom para isso também, serve como palanque, aquilo lá. Vamos mostrar objetivamente o que é o Brasil, o que estamos fazendo na questão da pandemia —  coisa que somos atacados o tempo todo não é? — bem como o agronegócio, a energia no Brasil”, disse o presidente durante a transmissão. Ele também comentou que defenderá a validade da tese do marco temporal, atualmente em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), e que limita o reconhecimento de terras indígenas. 

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Edição: Fábio Massalli

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