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Presidente do Indea-MT diz que instituição representa produtor rural

Aproximadamente 900 servidores estão distribuídos nos 141 municípios do Estado, seja em unidades físicas, postos de atendimento ou barreiras volantes

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Presidente do INDEA MT - Foto por: Michel Alvim - SECOM / MT

“Um dos maiores desafios quando assumimos o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) foi fazer com que os nossos fiscais estivessem realmente 100% ali ao lado do produtor. Hoje, somos uma instituição desconcentrada, a cara do Governo no interior do Estado”, afirmou Emanuele de Almeida, presidente do Indea, em episódio do podcast “MT Conectado” lançado nesta terça-feira (17.01).

Na entrevista, comandada pelos jornalistas Fernando Martins e Elisete Mengatti, Emanuele falou sobre os investimentos do Governo de Mato Grosso no setor durante a primeira gestão do governador Mauro Mendes.

“Buscamos reestruturar a instituição, tanto na parte técnica quanto na administrativa. São mais de R$ 44 milhões investidos, novos processos licitatórios, concursos públicos e tablets, impressoras e computadores para os nossos colaboradores, uma verdadeira revolução tecnológica no setor. Além, é claro, da aquisição de 100 caminhonetes que dão ao nosso servidor a possibilidade de executar a atividade que foi atribuída a ele com boas condições de trabalho”, contou a presidente.

Na oportunidade, ela explicou sobre a verdadeira função do Indea e pontuou os desafios para os próximos quatro anos. “Nosso objetivo é certificar que aquele produto está apto para ser comercializado. É importante que o produtor entenda que somos parceiros e que eles são nossos olhos no campo. Somos o celeiro agropecuário do mundo e queremos entregar ainda mais eficiência e efetivação na prestação de serviços aos nossos usuários”, finalizou.

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Para conferir a entrevista completa, que fala ainda sobre o plano nacional de retirada da vacina de febre aftosa e o trabalho ostensivo e educativo nas fronteiras do Estado, acesse os canais do Governo de Mato Grosso nas plataformas digitais do Youtube e Spotify.

FONTE: SECOM-MT

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Políticas fiscais e capacidade de produção geram crescimento

Empregos formais na indústria de etanol de milho aumentaram 12,5% de 2021 para 2022

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Foto por: Christiano Antonucci - Secom MT

A desburocratização do acesso às políticas de incentivos fiscais do Governo de Mato Grosso e a alta capacidade de produção têm resultado no  crescimento e destaque nacional da produção do biocombustível no Estado, destaca o secretário da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), César Alberto Miranda Lima.

O Estado é o maior produtor de etanol de milho do Brasil, responsável por mais de 80% da produção nacional, conforme a União Nacional de Etanol de Milho (Unem).

“A expectativa do setor para os próximos anos é ampliar para 19 o número de indústrias de etanol no Estado. Atualmente temos 11 usinas. A capacidade de produção de milho em Mato Grosso mais que dobrou em uma década, por causa da produção em duas safras no mesmo ano e da alta tecnologia empregada. Com isso, juntamos a facilidade e a eficiência das políticas de incentivo fiscais com a segurança jurídica, e estamos impulsionando esse setor o a investir no Estado”, explica César Miranda.

Segundo o secretário, com a implantação dessas novas usinas, Mato Grosso elevará ainda mais a produção de etanol de milho, gerando novos emprego e movimentando a economia.

“Um exemplo disso é a região norte do Estado, que é interligada pela principal via de escoamento de grãos. Hoje o Norte é responsável por 70% da produção de milho. Das 11 usinas de etanol que temos no Estado, sete estão instaladas nessa região”, conta.

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Liderando o ranking nacional de produção de grãos e do etanol de milho, Mato Grosso tem registrado expansão industrial com a implantação de novas usinas, gerando crescimento de novos postos de trabalho.

Dados do Cadastro de Empregos e Desempregados (Caged) apontam aumento de 12,5% de empregos formais em 2022 no setor, se comparado com o mesmo período em 2021. Em 2021 o Estado contava com oito mil trabalhadores formais nas indústrias de etanol de milho. Já em 2022 esse número subiu para mais de nove mil empregos.

Atualmente, o etanol de milho é uma das fontes de energia de menor impacto ambiental – o biocombustível apresenta uma diminuição significativa na emissão de gases de efeito estufa de mais de 70% comparado a gasolina. O Governo de Mato Grosso projeta ainda mais o crescimento do setor em prol de alcançar a meta sustentável do país na resposta global à ameaça das mudanças climáticas.

Ao todo, no Brasil, são 18 usinas de etanol de milho em operação, segundo a Unem. Dessas, 11 estão instaladas nos munícipios mato-grossenses de Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Nova Mutum, Poconé, Nova Marilândia, São José do Rio Claro, Jaciara, Campos de Júlio. Dessas indústrias. Três dessas unidades já em fase de ampliação nas cidades de Sorriso (duas usinas) e Campos de Júlio.

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Além dessas, no país, outras 9 usinas também estão em processo de construção. Seis dessas unidades estão sendo instaladas em solo mato-grossense, nos municípios de Sorriso, Ipiranga do Norte, Campo Novo do Parecis, Primavera do Leste, Tabaporã e Vera.

Indicadores do “Observatório do Desenvolvimento” da Sedec revelam que, apesar da alternativa de biocombustível sustentável ainda ser considerada novidade, o Estado vem alcançando índices de produção do etanol de milho relevantes diante do cenário nacional.

Na safra 2021/22, o Mato Grosso foi responsável por mais de 85 % da produção do país, alcançando mais de 3 bilhões de litros, superando a produção de etanol derivada da cana-de-açúcar apenas três anos após a implantação da primeira usina exclusivamente de milho no Estado. A estimativa é que o setor atinja cerca de 8 bilhões de litros de biocombustível até 2028.

Além de Mato Grosso, apenas os estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo possuem usinas do biocombustível.

FONTE: SECOM MT

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