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Pagamento do IPVA 2023 deve ser feito em maio; licenciamento em março

Além de unificar o calendário, o Governo do Estado aumentou o desconto para quem pagar o IPVA até 22 de maio

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Divulgação SECOM MT

Motoristas de Mato Grosso devem ficar atentos à alteração no calendário de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2023, que neste ano foi unificado para o mês de maio, independentemente do final da placa do veículo.

Além da mudança no calendário, o Governo do Estado aumentou o desconto concedido nos pagamentos à vista. Quem realizar o pagamento do IPVA em cota única até o dia 22 de maio tem direito a um desconto de 15% no valor. Antes esse desconto era de, no máximo, 5%.

Após o dia 22 de maio, o contribuinte não terá mais direito ao desconto, mas ainda poderá realizar o pagamento em cota única até o dia 31, sem que sejam aplicados juros e multa. No entanto, se o motorista optar pelo parcelamento, ele pode ser feito em até oito parcelas, desde que a primeira seja paga até 31 de maio e as demais não excedam o ano de referência.

O contribuinte também pode quitar o IPVA após o dia 31 de maio, mas, neste caso, o pagamento deve ser feito em cota única e terá acréscimo.

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As informações sobre o IPVA 2023 podem ser consultadas no site da Sefaz, no banner “IPVA 2023”.

Licenciamento segue final de placas

Já em relação ao licenciamento, os veículos com final das placas 1, 2 e 3 devem fazer a quitação até 31 de março. Para veículos com placa final 4, o pagamento será em abril; final 5 em maio; final 6 em junho; final 7 em julho; final 8 em agosto; final 9 em setembro; e final 0 em outubro.

O licenciamento anual custa R$ 140 e pode ser realizado pelo próprio site do Detran, na opção “Consulte seu veículo”, ou por meio dos aplicativos MT Cidadão (do Governo do Estado) e Carteira Digital de Trânsito (do Governo Federal). Cabe lembrar que o licenciamento só será emitido quando todos os débitos do veículo – a exemplo de multas de trânsito e veículos com restrições judiciais – forem quitados.

Fonte: SECOM MT

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Políticas fiscais e capacidade de produção geram crescimento

Empregos formais na indústria de etanol de milho aumentaram 12,5% de 2021 para 2022

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Foto por: Christiano Antonucci - Secom MT

A desburocratização do acesso às políticas de incentivos fiscais do Governo de Mato Grosso e a alta capacidade de produção têm resultado no  crescimento e destaque nacional da produção do biocombustível no Estado, destaca o secretário da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), César Alberto Miranda Lima.

O Estado é o maior produtor de etanol de milho do Brasil, responsável por mais de 80% da produção nacional, conforme a União Nacional de Etanol de Milho (Unem).

“A expectativa do setor para os próximos anos é ampliar para 19 o número de indústrias de etanol no Estado. Atualmente temos 11 usinas. A capacidade de produção de milho em Mato Grosso mais que dobrou em uma década, por causa da produção em duas safras no mesmo ano e da alta tecnologia empregada. Com isso, juntamos a facilidade e a eficiência das políticas de incentivo fiscais com a segurança jurídica, e estamos impulsionando esse setor o a investir no Estado”, explica César Miranda.

Segundo o secretário, com a implantação dessas novas usinas, Mato Grosso elevará ainda mais a produção de etanol de milho, gerando novos emprego e movimentando a economia.

“Um exemplo disso é a região norte do Estado, que é interligada pela principal via de escoamento de grãos. Hoje o Norte é responsável por 70% da produção de milho. Das 11 usinas de etanol que temos no Estado, sete estão instaladas nessa região”, conta.

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Liderando o ranking nacional de produção de grãos e do etanol de milho, Mato Grosso tem registrado expansão industrial com a implantação de novas usinas, gerando crescimento de novos postos de trabalho.

Dados do Cadastro de Empregos e Desempregados (Caged) apontam aumento de 12,5% de empregos formais em 2022 no setor, se comparado com o mesmo período em 2021. Em 2021 o Estado contava com oito mil trabalhadores formais nas indústrias de etanol de milho. Já em 2022 esse número subiu para mais de nove mil empregos.

Atualmente, o etanol de milho é uma das fontes de energia de menor impacto ambiental – o biocombustível apresenta uma diminuição significativa na emissão de gases de efeito estufa de mais de 70% comparado a gasolina. O Governo de Mato Grosso projeta ainda mais o crescimento do setor em prol de alcançar a meta sustentável do país na resposta global à ameaça das mudanças climáticas.

Ao todo, no Brasil, são 18 usinas de etanol de milho em operação, segundo a Unem. Dessas, 11 estão instaladas nos munícipios mato-grossenses de Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Nova Mutum, Poconé, Nova Marilândia, São José do Rio Claro, Jaciara, Campos de Júlio. Dessas indústrias. Três dessas unidades já em fase de ampliação nas cidades de Sorriso (duas usinas) e Campos de Júlio.

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Além dessas, no país, outras 9 usinas também estão em processo de construção. Seis dessas unidades estão sendo instaladas em solo mato-grossense, nos municípios de Sorriso, Ipiranga do Norte, Campo Novo do Parecis, Primavera do Leste, Tabaporã e Vera.

Indicadores do “Observatório do Desenvolvimento” da Sedec revelam que, apesar da alternativa de biocombustível sustentável ainda ser considerada novidade, o Estado vem alcançando índices de produção do etanol de milho relevantes diante do cenário nacional.

Na safra 2021/22, o Mato Grosso foi responsável por mais de 85 % da produção do país, alcançando mais de 3 bilhões de litros, superando a produção de etanol derivada da cana-de-açúcar apenas três anos após a implantação da primeira usina exclusivamente de milho no Estado. A estimativa é que o setor atinja cerca de 8 bilhões de litros de biocombustível até 2028.

Além de Mato Grosso, apenas os estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo possuem usinas do biocombustível.

FONTE: SECOM MT

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