VÁRZEA GRANDE

Economia

Setor de serviços paulistano cresce 11,2% em abril na comparação anual

Publicado em

Economia

O faturamento real das empresas do setor de serviços na capital paulista atingiu R$ 50,5 bilhões em abril, o que corresponde a um aumento de 11,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo os dados da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), no acumulado do ano a alta é de 11,5% e nos últimos 12 meses, o índice teve aumento de 16,2%.

A pesquisa avalia 13 atividades e dessas, oito tiveram crescimento na comparação com abril do ano passado. O turismo apresentou elevação de 311,6%, em abril com faturamento de R$ 573 milhões. Na comparação com março, o aumento foi de 5,3% e no acumulado dos últimos 12 meses o setor cresceu 120,1%.

As outras atividades que tiveram aumento na comparação anual foram o Simples Nacional (83%), da mercadologia e comunicação (14,6%) e dos serviços jurídicos, econômicos e técnico-administrativos (10,3%), além de outros serviços (34,1%).

No sentido contrário as atividades que apresentaram queda foram os serviços de representação (-13,9%), agenciamento, corretagem e intermediação (-9%), técnico-científico (-4,5%), serviços bancários, financeiros e securitários (-3,4%) e construção civil (-1,2%).

Leia Também:  Desenvolve MT disponibiliza crédito para o setor do turismo em Mato Grosso

Na comparação mensal, o setor de serviços registrou queda de 2,7% no faturamento médio, reflexo do cenário de incertezas na economia. “A inflação segue como a principal vilã neste contexto, pois encarece as operações das empresas e contrai o consumo, obrigando os consumidores a buscar serviços mais essenciais, afetando, portanto, as margens das empresas”, diz a Fecomércio-SP.

Para a entidade, é importante que os empresários definam estratégias e planos de redução de custos para compensar eventuais aumentos e ajustem investimentos e despesas de acordo com a programação do fluxo de caixa financeiro e evitar excesso de endividamento. “O momento de incertezas cobra planejamento e resiliência do setor empresarial para enfrentar os desafios”, destaca a Fecomercio-SP.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,16

Publicados

em

Um dia após a maior queda desde 2018, o dólar encerrou a terça-feira (4) praticamente estável. A bolsa de valores iniciou o dia em alta, mas desacelerou e fechou com leve alta.

O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,168, com queda de 0,11%. A cotação começou em baixa, chegando a R$ 5,11 por volta das 9h15, pouco depois da abertura da sessão. No início da tarde, teve forte alta, chegando a R$ 5,20, mas perdeu força nos momentos finais de negociação até encerrar estável.

As pressões pela alta da moeda norte-americana estão relacionadas a um ajuste técnico, porque investidores aproveitaram a forte baixa de ontem para comprar divisas por um preço menor. No entanto, a divulgação de dados econômicos fracos nos Estados Unidos trouxe otimismo ao mercado financeiro, empurrando o dólar para baixo ao longo da tarde.

O mercado de ações também teve um dia volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 116.230 pontos, com alta de apenas 0,08%. O indicador chegou a subir 1,81% por volta das 10h, mas desacelerou em um movimento de realização de lucros, com investidores aproveitando os ganhos de ontem para vender papéis e embolsar os ganhos.

Leia Também:  Ipea: consumo aparente de bens industriais cresce 5,2% em junho

Ontem (3), a bolsa subiu 5,54% e teve a maior alta diária desde abril de 2020, influenciada pelo resultado do primeiro turno das eleições. Ações de empresas estatais, que foram as que mais se valorizaram ontem, tiveram queda hoje, puxando o Ibovespa para baixo.

Nos Estados Unidos, a divulgação de que a criação de empregos teve a maior queda mensal em dois anos e meio trouxe alívio aos investidores. A desaceleração do mercado de trabalho reduz as pressões para que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) aumente os juros além do previsto, o que estimula as bolsas norte-americanas.

O índice Dow Jones, das empresas industriais, subiu 2,8%. O Nasdaq, das empresas tecnológicas, ganhou 3,34%. O S&P 500, das maiores empresas, avançou 3,06%. As altas registradas nos últimos dois dias ajudam a repor as perdas das bolsas norte-americanas nas últimas semanas.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA