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Emplacamento de veículos cai em junho, mas cresce 38,95% no semestre

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O número de emplacamentos de veículos em junho chegou a 309.560 unidades, o que representa uma queda de -3,03% na comparação com o mês anterior, quando foram emplacados 319.244. Na comparação com os emplacamentos de junho do ano passado, houve aumento de 59,31%, já que naquele período foram vendidos 194.307 veículos. 

O balanço – divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) – mostra ainda que, no acumulado dos seis primeiros meses do ano, foram emplacadas 1.702.887 unidades. Na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram emplacadas 1.225.542 unidades, houve um crescimento de 38,95%.

Para fazer a análise, a Fenabrave considera os automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros para fazer a contagem.

“Apesar da ligeira retração de junho sobre maio, o mercado consolidou sua trajetória de recuperação no primeiro semestre. A queda de junho sobre maio ocorreu por causa da escassez de produtos nas concessionárias em função da falta de componentes na indústria, que ainda não conseguiu retomar sua produção normal. Como resultado tivemos resultado na maioria dos segmentos”, analisou o presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior.

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Expectativas

Segundo a Fenabrave, a previsão revisada para 2021 é de crescimento de 13,6% para as vendas no setor, atingindo 3.455.080 unidades emplacadas. O percentual estimado em janeiro era de 16,6% e foi ajustado para se adequar ao quadro econômico atual.

Edição: Kleber Sampaio

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Dólar cai para R$ 5,41 e continua no menor valor em dois meses

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Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,40 e fechou no menor valor desde novembro do ano passado. A bolsa de valores subiu pela terceira sessão seguida e atingiu o nível mais alto desde outubro.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (20) vendido a R$ 5,417, com recuo de R$ 0,049 (-0,9%). A moeda operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 14h30, alcançou a mínima do dia, chegando a ser vendida a R$ 5,38, mas voltou a ficar acima de R$ 5,40 perto do fim das negociações.

A cotação está no menor valor desde 11 de novembro, quando o dólar tinha sido vendido a R$ 5,404. A divisa acumula queda de 2,86% nos primeiros dias de 2022.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 109.102 pontos, com alta de 1,01%. O indicador está no maior nível desde 20 de outubro. Diferentemente dos últimos dias, hoje subiram as ações de empresas ligadas à economia interna, como varejo, serviços e tecnologia. Em contrapartida, caíram os papéis dos bancos e de empresas ligadas a commodities (bens primários com cotação internacional).

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A decisão do governo chinês de baixar os juros da maior economia do planeta trouxe uma onda de alívio no mercado internacional. O país asiático é o maior parceiro comercial de muitos países emergentes, como o Brasil.

Paralelamente, as taxas dos títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do planeta, estabilizaram-se. Juros mais altos em países desenvolvidos estimulam a fuga de recursos de economias emergentes, mas os investidores entenderam que a expectativa de que os Estados Unidos aumentem os juros em breve está precificada (incorporada aos preços dos ativos financeiros).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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