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Dólar tem maior queda em uma semana e fecha abaixo de R$ 5,20

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Influenciado pela melhoria no ambiente externo, o dólar caiu mais uma vez e voltou a ficar abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores reagiu e subiu pelo segundo dia consecutivo, encostando em 126 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (21) vendido a R$ 5,192, com recuo de R$ 0,04 (-0,76%). A cotação operou em alta durante toda a manhã, chegando a R$ 5,26 na máxima do dia, por volta das 12h. Com o alívio no mercado à tarde, a moeda passou a cair, até fechar próxima das mínimas do dia.

A divisa acumula alta de 4,4% em julho. Em 2021, a moeda está praticamente estável, com valorização de apenas 0,06%.

No mercado de ações, o dia for marcado pela recuperação. O índice Ibovespa fechou aos 125.929 pontos, com alta de 0,42%. O indicador chegou a operar em baixa no início da sessão, mas ganhou impulso no fim da manhã e voltou a subir.

A redução dos receios com a disseminação da variante delta do novo coronavírus diminuiu as tensões no mercado internacional, favorecendo países emergentes, como o Brasil. As bolsas norte-americanas e as cotações internacionais do petróleo reagiram.

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No Brasil, o resultado da arrecadação federal em junho, que registrou o melhor desempenho para o mês em dez anos, também foi bem recebido pelos investidores. Os números indicam que o crescimento econômico no Brasil continua, apesar das tensões políticas internas.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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Dólar cai para R$ 5,17 com dados sobre economia americana

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Em um dia com poucas notícias econômicas no mercado interno, o dólar abriu a semana em queda com a divulgação de dados sobre a economia norte-americana. A bolsa de valores subiu quase 1%, ajudada pela alta do preço de minérios.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (26) vendido a R$ 5,174, com recuo de R$ 0,036 (-0,7%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,23 pouco antes das 10h, mas inverteu o movimento após a abertura dos mercados norte-americanos.

Apesar da segunda baixa seguida, a divisa acumula alta de 4,04% em julho. No ano, o dólar registra queda de 0,29%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.004 pontos, com alta de 0,76%. O indicador começou próximo da estabilidade, mas ganhou força ainda durante a manhã, impulsionado pelo cenário externo e pela valorização de diversas commodities (bens primários com cotação internacional).

Nos Estados Unidos, a divulgação de que as vendas de novas moradias vieram abaixo do esperado reduziu a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) retire os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19 antes do fim de 2022. Nesta semana, o Fed se reunirá para definir os juros básicos da maior economia do planeta.

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Atualmente, os juros básicos nos Estados Unidos estão no menor nível da história, entre 0% e 0,25% ao ano. Taxas baixas por mais tempo beneficiam países emergentes, como o Brasil. Paralelamente, a recuperação do preço do minério de ferro na China estimulou a bolsa brasileira, principalmente as ações ligadas aos setores de mineração e de siderurgia.

* Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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