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Dólar fecha em alta. Bolsa tem dia de estabilidade

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O dólar reverteu perdas de mais cedo e fechou em alta frente ao real nesta quarta-feira (22), acompanhando piora nos mercados internacionais devido a declarações do presidente do Federal Reserve (o banco central americano), Jerome Powell.

A divisa norte-americana à vista subiu 0,50%, a 5,1791 reais na venda, depois de ter chegado a cair 0,50%, a 5,1274 reais, em certo ponto das negociações.

O foco do dia esteve em comentários de Powell ao Congresso dos EUA, em que ele afirmou que o Federal Reserve está “fortemente comprometido” em reduzir a inflação -a mais intensa em 40 anos- e reconheceu os riscos que juros mais altos podem representar para a atividade da maior economia do mundo.

No cenário doméstico, alguns participantes do mercado apontaram o noticiário envolvendo a Petrobras e riscos fiscais como fator de amparo para o dólar, que costuma

No acumulado do ano, o dólar tem queda de 7% frente ao real.

Já a Bolsa de Valores fechou praticamente estável nesta quarta-feira, após quase perder o patamar dos 98 mil pontos no pior momento do dia.

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Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,09%, a 99.595,45 pontos, de acordo com dados preliminares. Mais cedo, renovou mínima desde novembro de 2020, a 98.050,02 pontos. O volume financeiro no pregão somava 21,7 bilhões de reais.

*Com informações da Agência Reuters

Edição: Claudia Felczak

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Dólar sobe para R$ 5,26 e fecha no maior valor desde fevereiro

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A possibilidade de os Estados Unidos entrarem em recessão fez o mercado financeiro ter um dia de nervosismo em todo o planeta. O dólar subiu e fechou no maior nível desde fevereiro. A bolsa de valores chegou a abrir em alta, mas perdeu fôlego no meio da sessão.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (28) vendido a R$ 5,266, com alta de R$ 0,032 (+0,6%). A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a cair para R$ 5,19 na mínima do dia, por volta das 11h, mas reverteu a tendência durante a tarde, à medida que o pessimismo se consolidou no mercado internacional e local.

A moeda norte-americana está no maior valor desde 4 de fevereiro, quando tinha sido vendida a R$ 5,32. Nos últimos 16 pregões, o dólar subiu em 13. A divisa acumula alta de 10,79% em junho. Em 2022, recua 5,56%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo nervosismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 100.591 pontos, com queda de 0,17%. Apesar da alta de ações de mineradoras e petroleiras, o indicador não resistiu à queda nas bolsas norte-americanas.

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No início do dia, o mercado financeiro estava animado com o alívio nas medidas de lockdown contra a covid-19 na China. No entanto, a divulgação de que a confiança dos consumidores norte-americanos caiu para o menor nível desde fevereiro de 2021 trouxe pessimismo aos investidores, ao reforçar a expectativa de que os Estados Unidos podem entrar em recessão.

No Brasil, os investidores acompanham as negociações para elevar o valor do Auxílio Brasil para R$ 600. O receio do impacto da medida sobre as contas públicas afetou as negociações.

*com informações da Reuters

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Economia

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