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Varejo alimentar

Consumo em supermercados cresce no 1º trimestre e pressiona preços

Alta de 1,92% no trimestre; cesta básica sobe e alimentos como feijão e tomate puxam preços

Publicado em

Economia

Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O consumo das famílias em supermercados cresceu 1,92% no primeiro trimestre de 2026, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em março, o avanço foi de 6,21% em relação a fevereiro e de 3,20% na comparação com o mesmo mês de 2025.

Preços em alta

Os dados, ajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, mostram também aumento no custo da cesta básica. O indicador Abrasmercado subiu 2,20% em março, elevando o valor médio de R$ 802,88 para R$ 820,54.

O que mais subiu

Entre os produtos básicos, os principais aumentos foram:

  • feijão: +15,40% (28,11% no trimestre)
  • leite longa vida: +11,74% (6,80% no trimestre)

Outros itens com alta:

  • massa de espaguete (+0,91%)
  • margarina (+0,84%)
  • farinha de mandioca (+0,69%)

Nos alimentos in natura, destaque para:

  • tomate (+20,31%)
  • cebola (+17,25%)
  • batata (+12,17%)

O que caiu

Alguns produtos tiveram redução de preços:

  • açúcar refinado (-2,98%)
  • café (-1,28%)
  • óleo de soja (-0,70%)
  • arroz (-0,30%)
  • farinha de trigo (-0,24%)

Proteínas

Entre as proteínas:

  • ovos: +6,65%
  • carne bovina (traseiro): +3,01%
  • carne bovina (dianteiro): +1,12%

Já o frango congelado (-1,33%) e o pernil (-0,85%) registraram queda. O  maior alta em março foi no Nordeste, com variação de 2,49% no valor da cesta. Confira a variação por região:

  • Nordeste (+2,49%), de R$ 720,53 para R$ 738,47;
  • Sudeste (+2,20%), de R$ 822,76 para R$ 840,86;
  • Sul (+1,92%), de R$ 871,83 para R$ 888,57;
  • Centro-Oeste (+1,83%), de R$ 753,20 para R$ 766,96;
  • Norte (+1,82%), de R$ 875,01 para R$ 890,93.

O que pode influenciar

A Abras projeta crescimento no consumo também no segundo trimestre, impulsionado pela antecipação do 13º de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social e pagamento de restituições do Imposto de Renda. A expectativa é de injeção de bilhões na economia, o que tende a movimentar o varejo alimentar nos próximos meses.
*Com informações de Agência Brasil

*Sob supervisão de Gene Lanes

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Economia

Feira inédita em Cuiabá projeta R$ 50 milhões em negócios

Primeira edição da Feipecc reúne mais de 100 marcas em Cuiabá e deve movimentar R$ 50 milhões, impulsionando turismo, comércio e atividades ligadas ao setor outdoor.

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Foto por: Assessoria/Sedec

A primeira edição da Feira de Pesca, Náutica, Camping e Tiro Esportivo (Feipecc) começou nesta quinta-feira (23), em Cuiabá, reunindo empresas, lojistas, operadores de turismo e consumidores em um ambiente voltado à geração de negócios e fortalecimento do setor. O evento segue até sábado (25), no Allure Music Hall, com entrada gratuita e expectativa de movimentar cerca de R$ 50 milhões.

Com mais de 100 marcas expositoras e público estimado em 15 mil pessoas ao longo dos três dias, a feira busca inserir Mato Grosso no circuito nacional de grandes eventos do segmento outdoor, que envolve atividades ao ar livre, turismo de natureza e esportes. O estado reúne biomas estratégicos como o Pantanal, o Araguaia e a região amazônica, considerados atrativos para o setor.

Segundo a organização, a proposta é transformar esse potencial em oportunidades concretas de negócios, fortalecendo o empresariado local e ampliando o turismo. A expectativa é que o evento tenha continuidade, com uma nova edição já prevista para 2027.

A programação inclui exposição de produtos e serviços voltados à pesca esportiva, náutica, camping e tiro esportivo, promovendo a conexão entre fabricantes, distribuidores, lojistas e consumidores. A iniciativa também conta com participação do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), que apresenta políticas de incentivo e oportunidades para o setor produtivo.

No evento, a Desenvolve MT oferta linhas de crédito voltadas ao turismo e aos segmentos atendidos pela feira. Somente neste ano, já foram liberados R$ 947,4 mil para o setor turístico. Em 2025, o volume chegou a R$ 12,1 milhões, impulsionando investimentos em áreas como pesca esportiva, hospedagem e serviços.

A expectativa é que, além dos negócios diretos, a feira gere impacto em setores como hotelaria, alimentação, transporte e comércio, contribuindo para consolidar Mato Grosso como destino relevante para o turismo de pesca e atividades outdoor no Brasil.

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