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O DNA é o seu universo particular: Vikings, imortalidade, evolução!

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Por: João Victor 

 

DNA é também chamado de ácido desoxirribonucleico. Entretanto, por esta razão, é comum chamá-la de ADN em outros locais do mundo. Essas moléculas se tratam de ácidos nucléicos e são encontradas, no núcleo das células, apesar que também podem ser encontradas nas mitocôndrias. “Diversos seres contêm DNA, que é encontrada dentro da célula e mantém as informações de nossos antepassados (evolução). Não podemos descartar vírus e bactérias, pois estes também contêm material genético“. Acredite!

Não é apenas os seres humanos que contém DNA, atualmente usamos métodos laboratoriais para descobrir parentescos de indivíduos, no popular “Exame de DNA”. Assim sendo, não existe mais aquela dúvida que mantinha os casais antigos com certas incertezas, quanto a filhos e família em geral.

O DNA é constituído por nucleotídeos. “Estes nucleotídeos que na verdade são polímeros constituídos de uma molécula de açúcar, com cinco carbonos, um ácido fosfórico e uma base nitrogenada“. O DNA o açúcar referido se trata da desoxirribose e as bases nitrogenadas, que podem ser pirimídicas ou púricas, são a guanina, adenina, timina e a citosina. Nesse sentido, as duas primeiras são as pirimídicas e as duas últimas as púricas.

Resumindo, o DNA é o “gerente” ou melhor dizendo, o comandante que distribui as funções celulares. Existem moléculas, como proteínas, que desencadeiam, regulam ou medeiam reações no organismo. E é nesse sentido que o DNA desempenha sua função. Essas moléculas, em sua grande parte, precisam ser produzidas pelo organismo e o DNA é justamente a “receita” de como produzi-las. Ou seja, através do DNA é possível criar outras células, e entre outros.

Defeito de DNA já “gerou” serial killer

Erro de DNA já “criou” serial killer

Mulheres assassinas em série são bastante raras, porém, em 2007, uma mulher conhecida de “O Fantasma de Heilbronn” conquistou destaque nacional na Alemanha após o assassinato de uma guarda. Seus crimes eram numerosos demais para mencionar: dezenas de homicídios fatais e furtos. O “Fantasma” também atacou na França e na Áustria, fazendo uso de cúmplices de todas as nacionalidades. Não tinha nenhum padrão claro, nem imagens – daí o apelido “Fantasma”.

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Logo após, a polícia descobriu impressões digitais masculinas que testaram positivo para DNA. Foi só então que perceberam que não havia, de fato, nenhum Fantasma envolvido nisso. Os cotonetes usados para coletar DNA em toda a Europa distorcidos (contaminados), provavelmente por pessoas que os manusearam ainda na fábrica. O processo de esterilização (limpeza) usado para tratar produto eliminava bactérias e vírus, mas não o material genético. Os problemas deste erro foram de longo alcance: além do desperdício evidente de milhares de horas de trabalho, dezenas de crimes brutais tiveram seus verdadeiros culpados praticamente ignorados enquanto investigadores iam em busca de um individuo “fantasma”.

Existem animais com DNA com indicativo de imortalidade

A tartaruga gigante mais velha já registrada foi Adwaita, uma tartaruga-gigante-de-aldabra conseguiu viver até os 255 anos de idade.  Os estudos do envelhecimento, ou senescência, é muito complicada. Para resumir, nosso material genético está sujeito à ficar mais fraco. Isso indica que, a cada replicação celular, ele torna-se um pouco mais ineficiente. Mas existem algumas espécies cujo DNA não parece enfraquecer ao longo dos anos. Lagostas, alguns peixes e muitas espécies de tartaruga não parecem envelhecer com a idade e, em circunstâncias completamente ideais, poderiam essencialmente viver para sempre. Isto é chamado de senescência negligenciável.

DNA comprova que os vikings tiveram “contato com nativos americanos” séculos antes de Colombo chegar as Américas!!

provas e indícios de que os vikings eram muito mais sofisticados e bem viajados do que sua reputação bárbara indica. Testes em seu material genético mostram que quatro famílias diferentes na Islândia têm uma variante genética comum apenas a nativos americanos e asiáticos (como assim?).

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Estudos feito pela Universidade da Islândia oferece provas convincentes de que pelo menos uma mulher americana nativa foi “raptada” do continente para a Islândia, sendo que seu DNA remonta a pelo menos 1700, e, de acordo com uma mutação, provavelmente até centenas de anos antes. Há pouca evidência histórica que sustente essa teoria.

Todavia, os vikings relataram contato com os nativos, a maioria desse contato eram aparentemente hostis e bem bárbaro.

Seria possível criar um “humanzé” em laboratório?

Apesar de os chimpanzés e os humanos terem evoluído por caminhos divergentes (chimpanzés têm 2 cromossomos a mais que humanos), o DNA de ambos é muito parecido. Embora esse número esteja em discussão, pesquisadores acham que seres humanos e chimpanzés compartilhem 99% de seu DNA. seriamente, alguns cientistas acreditam que, sob as circunstâncias corretas, pode ser possível para as duas espécies cruzar. Tem havido tentativas de criar um “humanzé” há pelo menos uns cem anos.

Humanos nascidos depois de 1956 têm carbono radioativo em seu DNA

No ano de 1950, a Guerra Fria se aproximava cada vez mais, e os EUA e a URSS faziam amostras de seu poder de explodir ogivas nucleares em seus terrenos. Devido à grande quantidade de radioatividade liberada na atmosfera terrestre, todos os seres humanos nascidos depois de 1955 têm traços de carbono-14 em seu material genético. As células que não se dividem antes de uma pessoa nascer não contêm carbono. Mesmo que isto não pareça atingir o corpo de certa maneira, tem sido bastante útil na realização de certas experiências médicas.

Bibliografia:Junqueira, L. C. & Carneiro, J. Biologia Celular e Molecular. 9ª Edição. Editora Guanabara Koogan. 338 páginas. 2012.Alberts, B. et al. Biologia Molecular da Célula. 5ª Edição. Editora Artmed. 2010.Lopes, S. Bio – Volume Único. 1ª Edição. São Paulo: Editora Saraiva. 606 páginas. 2004.

 

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Prefeitura de VG fornece transporte gratuito a pequenos produtores rurais

Somente nestas duas primeiras semanas do ano, já foram transportadas três cargas de mudas de capiaçu para comunidades Sadia 1 e Umuarama, além de outros insumos

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SECOM VG

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), realizou o transporte gratuito de uma carga de capiaçu (capim) no assentamento Nossa Senhora Aparecida 1 (Sadia 1), o que vai beneficiar 11 famílias que vivem da agricultura. Esta é a segunda entrega de mudas de capim na comunidade rural. A primeira ocorreu na semana passada, beneficiando cinco pequenos produtores.

As remessas de capiaçu foram doadas por um pequeno produtor do assentamento São Miguel (Sadia 3). Os produtores se uniram para pagar uma pessoa para fazer o corte da gramínea. Já o transporte foi feito de forma totalmente gratuita pela SEMMADRS, que dispõe de dois caminhões-caçamba (com capacidade de 15 toneladas cada) para atender às demandas do campo. Se fossem pagar o frete entre as duas comunidades, os agricultores teriam que desembolsar em torno de R$ 1,2 mil.

Os caminhões foram doados pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF) para o Município, no dia 11 de novembro de 2022. Em menos de dois meses, os veículos já haviam transportado 56 toneladas de insumos. Em menos de duas semanas de 2023, foram realizados os transportes de três cargas de capiaçu para as comunidades do Sadia 1 e Umuarama; uma carga de areia para reforma de baia de suínos, no Umuarama; uma carga de terra preta para a implantação de uma horta comunitária no Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do bairro Santa Maria, além de atender outros setores da SEMMADRS, como o viveiro municipal.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Célio dos Santos, comemora a produtividade. “Em Várzea Grande, vivemos um momento muito propício para a agricultura familiar, em que os pequenos produtores estão empenhados em desenvolver suas atividades, nossas equipes, sob determinação do prefeito Kalil Baracat têm elaborado projetos que atendem às demandas e, além disso, contamos com várias parcerias que favorecem produção agrária no nosso município. Estamos muito felizes com os resultados obtidos e vamos continuar trabalhando para melhorar ainda mais”, assevera.

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Aproveitamento do suporte

Dentre os pequenos agricultores da comunidade Sadia 1, alguns já criam gado e outros querem começar a trabalhar com a bovinocultura, a fim de diversificar a produção. Vera Lúcia Pereira Reis é dona de uma propriedade onde, junto com o esposo, cria 24 cabeças de gado, galinhas caipiras e peixes. Ela já conta com 12 hectares de pasto, composto por braquiara e andropogon. Agora, já preparou o solo de mais um hectare para receber as mudas de capiaçu. “Vai ajudar no período de seca porque geralmente o pasto fica mais escasso e temos que gastar com ração, servir casca de mandioca para o gado”, afirma.

Já o agricultor José Domingos vive com a esposa em uma propriedade de 10 hectares, onde cria porcos, galinha caipira e trabalha com olericultura. Agora, pretende começar a criar gado e, por isso, aproveitou a doação e transporte gratuito de capim para iniciar o pasto. “Vou aproveitar a época de chuva para plantar capim. O pasto nosso vai dar uns 5 hectares. Um macinho desse pra mim começar já está bom porque depois dá para tirar mais ramos dele mesmo”, afirma.

A respeito do apoio ofertado pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), ele elogia, destacando que além do transporte de capim, já recebeu calcário e sua esposa participou de cursos. “É ótimo porque eu tenho plantação de mandioca, milho e a terra melhorou muito desde o calcário que nós ganhamos ano passado da Prefeitura. Temos vários apoios com orientações. Minha esposa já fez vários cursos. Tudo o que vem, a gente quer”.

A presidente da Associação de Produtores do Assentamento Nossa Senhora Aparecida 1, Lucineia Ferreira da Silva, destaca a relevância do trabalho da Prefeitura no fomento aos pequenos produtores rurais. “É muito importante para os agricultores da nossa comunidade estar ganhando essas mudas de capiaçu porque aqui para nós é tudo mais difícil, mas, com a equipe dando todo esse suporte fica mais fácil. Nessa época da chuva, precisamos de mudas e os agricultores estão muito empenhados em criar gado para produzir leite, fazer doces. Com a ajuda da Secretaria aqui conosco, dando esse apoio, o desenvolvimento da nossa comunidade é melhor. Estamos muito animados com essa parceria!”, comenta.

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Compromisso com resultados

Além de fazer o transporte das mudas de capim de forma gratuita, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) também fornece apoio no preparo do solo, por meio de tratores e grades aradoras com operador de máquinas e doação de calcário, além da assistência técnica fornecida por agrônomos e técnicos agrícolas.

“Vamos dar toda a orientação no plantio dessas mudas e acompanhar também o seu desenvolvimento futuramente, ver as falhas, ver as condições do solo. A comunidade Sadia 1 conta com um trator de 50 cavalos da Prefeitura para suporte no gradeamento do solo. Nosso objetivo é fazer com que de fato esses pequenos produtores tenham um resultado satisfatório com esse trabalho”, diz o coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável do Município, Jhonattan Ferreira.

Capiaçu

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o BRS Capiaçu é um clone de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum) de alto rendimento para suplementação volumosa na forma de silagem ou picado verde. Devido ao seu elevado potencial de produção (50t/ha/ano), também pode ser utilizada para a produção de biomassa energética. Tem porte alto (até 4,20 metros de altura), se destacando pela produtividade e pelo valor nutritivo da forragem quando comparada com outras cultivares de capim-elefante. A BRS Capiaçu apresenta maior produção de matéria seca a um menor custo em relação ao milho e a cana-de-açúcar. A silagem deste capim constitui uma alternativa mais barata para suplementação do pasto no período da seca.

Fonte: SECOM VG

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