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CONTATO: RITUAIS, OBJETOS E MONUMENTOS SAGRADOS.

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ESPECULAÇÃO DAS OBRAS EGÍPCIAS

Da Redação

Muito se fala sobre o Egito como um importante centro cultural e histórico para a humanidade, não se levando em consideração a Esfinge. A esfinge é um monumento irregular e desproporcional, pois nunca se viu um hibrido meio humano com as características que só a esfinge possui. A erosão na esfinge sugere que ela seja mais antiga, muito mais antiga do que pensamos, sendo talvez construída a mais de 2500 antes de cristo. Isso mostra certo mistério, pois evidência que a cabeça da esfinge também foi colocada lá depois do corpo ou trocada, ou seja, o corpo dela por algum motivo ainda desconhecido pode ter sido deformada e transformada por algum povo, mas por quem?
Outra coisa que também chama muito a atenção é que as pirâmides, segundo historiadores e arqueólogos eram túmulos, entretanto se analisar bem de perto essas estruturas não se parecem nada com túmulos, já que existem teorias alternativas onde dizem que no pico da pirâmide falta algum material tecnológico ou que a pirâmide possa ter sido utilizada com fins alienígenas, o que é bem provável, já que estes povos antigos tinham certa conexão com o ouro, e o adoravam, pois para eles ter o ouro era a mesma coisa que ter a presença dos Deuses. E se vermos de maneira mais analítica, o ouro é um ótimo refletor de luz e condutor de energia, sendo utilizado para fins tecnológicos, dando mais uma pista onde se explica que eles, os extraterrestres, vinham atrás de ouro.

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FOMOS CRIADOS OU MANIPULADOS?

A busca por ouro é algo magnifico para a humanidade, não há sequer um homem que não ache belo ou maravilhoso possuir um ouro, mas porque o homem ama tanto o ouro? Será que a explicação pra isso é que fomos criados geneticamente para possuir ou buscar ouro? E se for?
Dito por Zecharia Sitchin, os anunnakis (Deuses da suméria) nos programou biologicamente, para que achássemos ouro para dá-los como adoração, sendo que na verdade eles, “os Deuses”, tinham outras intenções e utilizariam aquele ouro para outros fins, não terrestres. Novamente a pergunta vem à tona, pra que um Deus precisaria de ouro?

As roupas fantasias utilizadas em certos rituais indígenas e também de outros povos não indígenas, chega a ser aterrorizador e similar demais com as atuais roupas de astronautas.Parece até brincadeira argumentar sobre isto, mas as aparências enganam e isso nunca foi um Deus. É mais interessante chama-los de “antigos astronautas”, como diz Erich Von Daniken. E na verdade, a uma grande chance de os antigos terem visto algo, assim como já se é relatado ainda hoje, e os chamaram de Deuses. Em gênesis, Jacó luta contra um anjo, o mesmo tem um sonho sobre uma pedra onde vê anjos descendo e subindo numa escada. Será que o que Jacó viu foi mesmo divino, ou algo extraterreno? 

A pedra que Jacó adormeceu, simboliza o momento em que ele viu descer os anjos e também subir; no ritual de coroação na Escócia, próximo ao trono fica uma pedra que supostamente pode ter sido a que Jacó adormeceu, acreditasse que fica próximo ao trono porque lá há um portal para o divino, um portal para os céus.
Podemos dizer com esse conhecimento, que seja lá o motivo que levaram a colocar esta pedra num local de coroação, colocaram porque queriam que o rei além de abençoado fosse divino. Quando olhamos para um Rei, pensamos numa coroa, um cajado que simboliza poder, no entanto será que

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esses artefatos não seriam heranças de um passado distante?

Muitos Deuses antigos têm coroas, cajados, tronos e entre outros tipos de coisas, inclusive anéis; todos estes artefatos simbolizam poder, mas não é bem assim, pois será que estes não seriam objetos tecnológicos? Que quando vistos por humanos foram copiados (plagiados) para exercer função simbólica.
“Quando Deus desce o chão treme, então emerge luz e fogo”, “quando eu vi aquele objeto voador, ele emitia uma luz forte similar ao de um fogo e tudo em sua volta tremia” ou “Acabei de ver uma nave espacial decolar, foi incrível, parecia um terremoto quando olhei para o chão, havia muita fumaça e fogo”, essas são frases de pessoas que evidenciam aparição de discos ou naves não identificadas, e de Deuses antigos quando descia a terra em livros sagrados, o incrível é que existe certa ligação entre a descida dos Deuses e a queda (descida) de OVINS.

Por: João Victor

Jornalista e acadêmico de Biomedicina

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CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal ouve presidente da CooperPoconé

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Foto: Ronaldo Mazza

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa ouviu hoje (8) o presidente da Cooperativa de Desenvolvimento Mineral de Poconé (CooperPoconé), geólogo André Luiz da Silva Molina. As principais questões debatidas foram sobre fiscalização dos órgãos de controle, evasão fiscal e possibilidade de investimento para criar uma fundação de pesquisa para aperfeiçoamento do setor, além das questões ambientais como os danos causados pelo sistema de extração com uso de mercúrio, andamento dos programas de recuperação das áreas degradas e riscos para a população com garimpos localizados próximo ao perímetro urbano do município de Poconé.

Indagado pelo presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSDB), sobre a estrutura da CooperPoconé, Molina explicou que a cooperativa reúne 20 empreendimentos minerários com capacidade para extrair uma média de 5 milhões de toneladas ao ano o que gera mais de 1 bilhão de reais de produção de ouro. Os números, segundo ele, fazem parte do relatório de produção dos últimos quatro anos da organização coletiva. 

O presidente da CPI questionou sobre a regularidade das fiscalizações feitas pelos órgãos competentes como Agência Nacional de Mineração e Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

“Então, eu não vejo como uma coisa distante, mas algo cotidiano”, afirmou Molina. Segundo as averiguações são feitas com bastante regularidade e que apenas durante a pandemia as visitas diminuíram. “A ação de fiscalização da ANM e da Sema são corriqueiras e cada renovação da autorização de exploração é feita uma fiscalização dos órgãos”. Somente este ano, segundo ele, já ocorreram duas visitas, inclusive uma mais recente no ultimo mês para conhecer melhor as práticas do estado, considerando o interesse do governo federal em investir no desenvolvimento do setor.

Sobre as informações de sonegação fiscal fornecidas por outros empresários do ramo durante oitivas da CPI, que afirmam que a cada R$ 1 pago corretamente de imposto, de R$ 7 a R$ 10 são sonegados por falta de fiscalização, Molina discorda dos números e defende a necessidade de que se apresente dados e documentos que comprovem essa estimativa. “Não existe sonegação nenhuma. O que acontece com o ouro é que se ele não é legalizado, não tem valor nenhum. No meu entendimento essas informações precisam ser averiguadas”. Segundo ele, a cooperativa segue todos os trâmites de emissão de nota e recolhimento sobre toda produção para que possa ser comercializado corretamente e legalmente. 

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Sobre as preocupações ambientas e de segurança para a saúde da população, Wilson Santos questionou sobre os programas de recuperação de áreas degradadas, se a cooperativa investe e executa os planejamentos, ao que Molina  respondeu “que todos os garimpos da cooperativa possuem plano e práticas para garantir a efetividade dos projetos com compromisso dos prazos e ações”. “Não existe nenhum investimento licenciado que não tenha esse planejamento e que não seja cumprido”, defendeu.

Wilson questionou também se Molina tem conhecimento sobre a prática de contrabando de ouro, denunciada na CPI, como o caso das 45 toneladas que teriam saído da Serra do Caldeirão, em Pontes e Lacerda, rumo à Bolívia, para serem legalizadas. “Não tenho conhecimento sobre isso nem vejo porque alguém contrabandearia ouro para Bolívia. Não vejo a razão e se alguém fala tem que comprovar o que está falando”, afirmou. “Discordo dessa afirmação, não tenho conhecimento e se tem uma denúncia seria dessas precisa chamar a policia federal e o Gefron  [Grupo Especial de Fronteira da Polícia Militar] para ser investigado o que esta acontecendo”, destacou.

“A preocupação com essas denúncias é sobre os riscos da mineração estar sendo usado para lavar dinheiro sujo, do narcotráfico, da politica suja. Que há a sonegação a gente sabe que há, inclusive com apreensão de avião, em Goiás, com contrabando de minérios extraviados de Mato Grosso, sem declaração de imposto nenhum. O nosso questionamento é para buscar sugestões para diminuir a sonegação da atividade mineral no estado”, justificou o parlamentar.

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A utilização de mercúrio também foi abordada pelo presidente, bem como a produção do “ouro ético” ou “ouro limpo”, que é obtido dentro dos padrões de melhores práticas ambientais e sociais. Molina afirmou que a eliminação de produto químico é um processo difícil, por se tratar da prática mais eficiente e utilizada há séculos. No entanto ele afirmou que o grupo tem preocupação e adquiriu recentemente um equipamento que utiliza cianeto de sódio com o intuito de eliminar completamente o mercúrio do circuito de depuração do ouro. “É uma máquina bastante complexa, mas que já estamos testando e finalizando os ajustes para iniciar as operações” adiantou. 

Questionado sobre a viabilidade da parceria com a Prefeitura Municipal de Poconé para elaboração de um plano diretor de desenvolvimento para o município, Molina afirmou que a cooperativa tem interesse e disponibilidade para contribuir com o projeto bem como com outras ações para o desenvolvimento do município. A iniciativa é um pedido do prefeito do município que visa fazer um melhor planejamento dos recursos provenientes da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cefem) destinada ao município para promover melhorias da região afetada pela exploração. “Tudo que contribua para o desenvolvimento do setor a cooperativa vê com bons olhos”. 

Outro investimento para aprimorar as atividades de mineração do estado levantada pelo presidente da CPI foi criação de uma fundação e pesquisa, seguindo os moldes do agronegócio, para elaboração de estudos e orientações técnicas que contribuam com fortalecimento do setor. Molina destacou que a proposta é muito boa e deve ser discutida considerando o grande potencial do estado em produção de diversos minérios. “Os principais pontos que poderiam avançar com um trabalho desses é quanto a possibilidade de implantação de siderúrgicas para beneficiamento dos minérios ao escoamento da produção”, destacou.

Wilson finalizou a reunião enfatizando que a CPI entende a importância da extração de minérios como fonte econômica do estado e que apoia o desenvolvimento do setor inclusive para ampliação dos recursos financeiros. “A preocupação da comissão é conhecer a realidade  dos garimpos para melhorar as práticas e propor aperfeiçoamento na legislação para garantir  o desenvolvimento sustentável do setor sem prejuízos ao meio ambiente e com retorno para a população”.

A próxima reunião está marcada para a próxima segunda-feira (12) e vai receber o empresário Valdiney Mauro da Silva Molina.

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