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Vítima é agredida por ladrão porque estava com celular quebrado

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Jovem entregou ao bandido um telefone com a tela trincada; policiais prenderam o acusado

Da Redação

 

Um bandido de 19 anos foi preso na noite desta quarta-feira (31), após assaltar um rapaz de 18, no Bairro Grande Terceiro, em Cuiabá. A vítima ainda apanhou do criminoso, por estar com o telefone quebrado.

De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz estava caminhando em uma rua, quando foi abordado pelo bandido e, sob a mira de uma arma, foi obrigado a entregar o celular.

Ao receber o aparelho, o assaltante percebeu que a tela estava trincada e agrediu o jovem com uma coronhada na cabeça. Em seguida fugiu com o telefone.

A vítima então abordou uma viatura da Polícia Militar, que passava pelo bairro naquele momento.

De acordo com a descrição do suspeito, os PMs o localizaram. Ao receber a ordem de parada, o criminoso apontou a arma, fazendo com que os policiais atirassem contra ele.

Foram feitos cinco tiros contra o bandido, porém nenhum o acertou e ele, então, decidiu se entregar.

Em seguida, foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes da Capital, onde a vítima o reconheceu como sendo autor do roubo.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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