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Unemat firma acordo de cooperação com instituição chinesa

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Da Redação

 

O Acordo de Cooperação de longa duração, firmado entre Universidade do Estado de Mato Grosso e Escola de Língua e Cultura Chinesa, em Pequim, foi um dos resultados da participação dos representantes da Unemat no Seminário de Língua e Cultura Chinesa para Brasileiros, evento promovido pelo Ministério do Comércio daquele país, entre os dias 1º e 30 de junho.

O objetivo foi promover intercâmbio entre os dois países e divulgar entre os brasileiros a diversidade cultural da China. Foi um mês de programação intensa, que incluiu aulas, palestras, experiências culturais, visitas de estudos a museus, templos, pontos turísticos, entre outros, nas cidades de Pequim, Xangai e Guangzhou.

Representaram a Unemat a assessora de Assuntos Externos, professora Áurea Regina Alves Ignácio, a diretoria de Mobilidade Acadêmica, Maristela Cury Sarian, e a docente do câmpus de Tangará da Serra Bárbara Cristina Gallardo, doutora em Linguística Aplicada.

“Ação foi muito rica, incluindo curso de Chinês, conhecemos também a cultura, história, economia e política do país. Mas, enquanto representante institucional, queríamos fortalecer uma parceira para a Unemat”, disse a professora Áurea.

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Acordo de Cooperação

O Acordo de Cooperação de longa duração, firmado entre Universidade do Estado de Mato Grosso e Escola de Língua e Cultura Chinesa, sinaliza o interesse recíproco de promover o desenvolvimento da língua chinesa, de trocas culturais e de ações de educação.

“A parceria objetiva promover atividades, entre professores e estudantes, para o ensino de línguas. Entretanto, poderá ser ampliada para outras áreas, como tecnologia, engenharias, assim como de medicina tradicional chinesa”, completou. Também contará com profissionais da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Inovação (Secitec) e da Universidade Estadual de Goiás (UEG).

A delegação do Brasil foi composta por 52 pessoas. Mato Grosso enviou 10 representantes, sendo três da Unemat, uma da Secitec, cinco da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) e um da Secretaria de Cultura.

A participação não teve nenhum custo para o Brasil, todas as atividades foram financiadas pelo Governo da China, por meio do Ministério do Comércio. 

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Secretaria orienta empresas sobre obrigatoriedade da identificação de cabos em postes

Após a advertência/notificação sobre os eventuais problemas, as empresas têm prazo de sete dias para promover as adequações necessárias das obrigações, exceto em casos de emergência, em que o prazo fica reduzido para 24 horas, a partir da data da constatação do risco ou do recebimento de notificação.

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Foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Sinop-MT

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável se reuniu, na última semana, com representantes da concessionária Energisa e empresas de telefonia e internet. O objetivo, foi dar ciência e orientações a respeito da Lei Ordinária 3.084/2022, que dispõe sobre a obrigatoriedade de identificação do cabeamento, alinhamento e retirada de fios, cabos e equipamentos excedentes, fixados em postes de energia elétrica.

Fruto do encontro, uma das empresas já iniciou, ainda na semana passada, a organização e identificação dos cabos, na Avenida dos Jacarandás, trecho entre a Palmeiras e Figueiras, e também na Rua dos Lírios, entre a Cajueiros e Figueiras. Nos próximos dias, outros pontos do município receberão os serviços. “Essa ação está sendo conduzida pelas equipes dessas empresas particulares, bem como da concessionária de energia elétrica e eles estão já fazendo a retirada e a identificação de seus cabeamentos”, disse a secretária de Meio Ambiente, Ivete Mallmann.

Ainda segundo Ivete, os cabeamentos tem que estar de acordo com as especificações definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. “Essa é uma legislação que traz a obrigatoriedade tanto para a Energisa, quanto operadoras de telefonia e internet, de identificar os seus cabos conforme a norma técnica da ABNT, número 15.214, onde além de identificarem, tem também, por obrigação, retirar os cabos inativos e os excessos”, destacou.

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Durante a reunião, a secretária solicitou à concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica que os cabeamentos que não atenderem a legislação municipal sejam retirados dos postes. “É um período de trabalho conjunto, mas essa lei prevê a incidência de multa para quem descumprir a obrigação de identificar os seus cabos e retirar os que estiverem inativos”, emendou.

A multa corresponde a 2 mil Unidades de Referência. Hoje, a UR custa R$ 3,45, ou seja, o montante da penalidade é de R$ 6,9 mil (a lei também prevê duplicação do valor em caso de reincidência). “É um valor significativo, por isso que a prefeitura tem buscado a orientação das empresas, mas já solicitando a cooperação para evitarmos a aplicação de multas, que não é o nosso objetivo”, reforçou Ivete.

Por fim, a secretária enfatizou os benefícios que a ação trará. “É um ganho considerável à comunidade, uma vez que hoje esses cabeamentos, em muitos casos, podem estar arrebentados, largados em vias públicas e ocasionar acidentes, assim como trazem uma desorganização visual na cidade. O que queremos é uma cidade organizada, onde as empresas prestem serviços com responsabilidade e que não tenhamos mais as dificuldades que a gente vem enfrentando”, completou.

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Sobre a lei 3.084/2022

Em seu artigo 5º, a legislação prevê que as “fiações ou cabeamentos devem ser identificados e instalados separadamente, e a plaqueta de identificação deve ser presa ao cabo com fio de espina ou abraçadeira, com distância de 20 a 40 centímetros do poste por onde passar o cabo, ou na pingadeira formada quando da fixação do cabo no poste, salvo quando o desenvolvimento tecnológico permitir compartilhamento”.

O parágrafo único do artigo em questão, ainda define as especificações da plaqueta de identificação, que deve “ser confeccionada de material resistente a raio ultravioleta e não pode ser de material metálico, deve possuir dimensão de 9 cm x 4 cm, espessura de 3 mm, e cor preferencialmente amarela”.

Além disso, após a advertência/notificação sobre os eventuais problemas, as empresas têm prazo de sete dias para promover as adequações necessárias das obrigações, exceto em casos de emergência, em que o prazo fica reduzido para 24 horas, a partir da data da constatação do risco ou do recebimento de notificação.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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