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Sema participa de limpeza do Rio Cuiabá no sábado

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Esta será a segunda edição da atividade e deve reunir órgãos públicos, movimentos sociais, empresas e ONGs. A concentração será às 7h, na Praça do Porto, na Capital

 

Da redação 

 

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) participa, no próximo sábado (24.06), da segunda edição da limpeza e preservação do Rio Cuiabá. A atividade deve reunir outros órgãos públicos, movimentos sociais, empresas e Organizações Não Governamentais (ONGs). A concentração será às 7h, na Praça Luiz Albuquerque (Praça do Porto), em Cuiabá.

Os interessados em participar da atividade devem se inscrever na superintendência de educação ambiental da Sema, localizada na Rua C, em frete ao Tribunal de Justiça (TJMT), no Centro Político Administrativo (CPA). Durante o evento, os participantes inscritos receberão um kit amigo do Rio Cuiabá composto por saco de lixo, luvas, camisetas e muda de árvores.

A superintendente de Educação Ambiental da Sema, Vânia Márcia Montalvão, acredita que a ação seja importante para compartilhar e integrar a reponsabilidade de todos com a conservação do meio ambiente. “Está é uma oportunidade de conscientizarmos a população de que a preservação deve ser feita de forma integrada e não apenas por uma única instituição ou pessoa”.

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O evento é realizado pelo grupo Amigos do Rio Cuiabá. Em 2016, os voluntários do grupo retiraram cerca de 30 toneladas de lixo do rio. A ação contou com a parceria de 50 instituições, quatro bairros ribeirinhos envolvidos, cinco quilômetros de rio percorrido e centenas de voluntários, entre eles cooperativas de reciclagens, que reaproveitaram parte do que foi recolhido.

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Invasores de lotes no entorno do Contorno Leste em Cuiabá implantam terror

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Muitas propriedades na região do Contorno Leste, em Cuiabá-MT, nas imediações do condomínio Belvedere, foram invadidas recentemente por grupos motorizados, fato amplamente noticiado na mídia estadual. No entanto, os invasores – que utilizam métodos violentos, genuinamente no estilo viking, segundo descrevem as vítimas -, continuam agindo impunemente na área. Todos os terrenos no entorno do Contorno Leste estão na mira dos criminosos, alertam.

“Basta ir lá para ver a movimentação intensa deles, mais parecendo cobras querendo dar o bote nas pessoas”, diz um geólogo que adquiriu um terreno no lugar, aquisição registrada em cartório.

“Eu nem saio do carro, pois temo ser agredido. A coisa está assim: invadem e expulsam o dono da propriedade. Ele nem pode retornar ao local”.

Foto: Arquivo Pessoal

Temendo pela sua segurança pessoal e da família, ele pediu para não postar fotos suas, apenas do BO. A esperança é de que alguma resolução judicial garanta a retomada de posse das áreas invadidas.

“Eu fui um dos primeiros a denunciar essa tropa infame. São abusados, querem tomar tudo que construímos à força, que suamos tanto para pagar. E o pior é que estão conseguindo, como fosse direito deles. Em resumo: quem tem terreno por ali (Contorno Leste) não tem mais qualquer segurança: de um dia pra outro pode perder sua propriedade. E ainda levar baita surra dos brutamontes que integram os grupos”.

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Ainda que tenha sido um dos primeiros a registrar BO, frisando na Polícia que os proprietários das chácaras próximas ao Contorno Leste estão sendo prejudicados, ameaçados e até agredidos, o chacareiro lamenta que nada tenha sido feito ainda em prol de proteger pessoas e propriedades.

“Esses invasores chegam em quantidade sempre maior, e continuam de prontidão, atentos ao menor descuido de algum sitiante para se apoderar de suas terras. Têm agido mesmo com violência, segundo muita gente já confirmou. Pelo menos no meu caso isso ainda não aconteceu, pois não estava lá quando invadiram minha chácara”, disse.

João Pinto teve área invadida Foto: Arquivo Pessoal

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas. Na sua propriedade, João Pinto cria gado, tem pista, hangar, e é onde guarda seu avião, um monomotor modelo Super Hélio Courier.

“Não sei se os vikings, como estão sendo denominados esses invasores, já chegaram ao centro da propriedade do vizinho João Pinto, também se apoderando de tudo que se encontra por lá. Porém, nos arredores, fincaram bandeira de posse ilegal”.

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O chacareiro conta ter ficado sabendo que um dos filhos de João Pinto foi agredido ao tentar barrar a derrubada de cerca, operação feita por tratores.

“As autoridades precisam tomar providências urgentes! Estamos mesmo vivenciando, em Cuiabá, as barbaridades protagonizadas pelos vikings há séculos, quando invadiam terras e trucidavam pessoas. E isso  é movimento orquestrado por quadrilha especializada: dispõem de maquinário pesado, carros de luxo e recursos para bancar proteção de leões de chácara. Como um simples chacareiro vai enfrentar esses brutamontes? É um caso de Polícia!”

 

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