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Programa de prevenção às drogas da Polícia Militar atendeu mais de 800 estudantes em Várzea Grande

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Crianças com idade entre 6 e 7 anos do 1° ano do Ensino Fundamental aprenderam sobre os riscos e como dizer não às drogas

Da Redação

 

O 2° Comando Regional de Polícia Militar, com sede em Várzea Grande, atendeu 823 alunos com o curso do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) durante o mês de agosto. São crianças com idade entre 6 a 7 anos matriculadas no 1° ano do Ensino Fundamental de 13 escolas municipais em diversos bairros de Várzea Grande.

Os alunos aprenderam sobre os riscos à saúde física e mental e como dizer não as drogas. Os militares instrutores ofertam o ensino por meio de rodas de conversas sobre o cotidiano em família, na escola e em suas comunidades, exposições com uso de cartazes, brincadeiras e outras formas de interação.

Antes dos encontros com as crianças, os policiais fizem reuniões preparatórias com o corpo docente, a direção da escola e os pais. Nos encontros com os pais, os militares enfatizam, por exemplo, a necessidade e importância da participação da família no processo de crescimento e desenvolvimento saudável dos filhos.  

Além de prevenir o uso de drogas e outras formas de violências, o Proerd busca mostrar às crianças e adolescentes a necessidade de desenvolver suas potencialidades que os sonhos de uma sociedade mais justa e segura possam ser alcançados de maneira concreta e plena.

Na continuidade do semestre em curso o Proerd será aplicado ao 5° ano do Ensino Fundamental de escolas de Várzea Grande. O programa também integra eventos de ação social do Juizado Especial Criminal de Várzea Grande, Dia das Crianças do 2º CR e A Semana de Segurança e Cidadania em outras instituições de ensino.

O Proerd é um programa que consiste num esforço cooperativo da Polícia Militar, através dos policiais instrutores, de professores, pais e da comunidade para oferecer atividades educacionais em sala de aula a fim de prevenir e reduzir o uso de drogas e outras formas de violência. Ao final do curso cada criança recebeu um certificado de conclusão.

 

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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