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PM prende homem com carne de animal silvestre, espingarda e rifle argentino

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Da Redação

 

Policiais do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam um homem que estava com carne de animal silvestre e apreenderam uma espingarda e um rifle de fabricação argentina nesta terça-feira (12.09) na estrada de Campo Limpo, em Rondonópolis (183 km de Cuiabá). 

Segundo informações da Polícia Militar, a equipe estava em patrulhamento quando avistou um veículo Fiat uno de cor vermelha e decidiram fazer abordagem. No interior os policiais encontraram uma espingarda calibre 36, um rifle calibre 22, modelo zumbo 82 argentino e 23 munições dos calibres 22 e 36. 

Continuando a revista, já no porta-malas do carro os PM’S  encontraram uma capivara morta.

Diante dos fatos o homem foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança a Cidadania (Cisc) onde poderá ser autuado por porte ilegal de arma de fogo e caça ilegal de animal silvestre que está proibida desde 1967.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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