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PM desarticula quadrilha com quase nove quilos de maconha em Primavera do Leste

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Da Redação

Policiais do 14ª BPM prenderam três pessoas e apreenderam dois menores na madrugada desta quinta-feira (04.04), em Primavera do Leste (a 231 quilômetros de Cuiabá). Com a quadrilha foram encontrados 8.750 quilos de maconha dentro de um veículo.

Os policiais receberam a informação que os ocupantes estariam transportando entorpecente que seria levado para Santo Antônio do Leste. Foi montada uma barreira na MT 130, e com base nas características, foi solicitada ordem de parada não obedecida pelo motorista. Ele foi capturado minutos depois, ainda na rodovia. Em depoimento, um dos suspeitos disse que adquiriu a droga em Rondonópolis e confirmou que seria distribuída em Santo Antônio do Leste, conforme a denúncia.

No interior do veículo foi encontrada uma mochila com sete tabletes de maconha. Todos os ocupantes receberam ordem de prisão, sendo encaminhados à delegacia de Primavera do Leste. Foram detidos N.S.G., (19), J.R.O., (33), M.A.R.C., (21), e apreendidos C.C.R., (17) e T.M.M., (16).

 

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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