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Nesta quarta, tem início formação voltada à educação do campo

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Objetivo é propor reflexões e ações que estimulem o desenvolvimento de práticas pedagógicas nas escolas

Da Redação

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) realiza uma webformação para as Diretorias Regionais de Ensino (DREs) e professores das áreas de “Ciências e Saberes do Campo” e “Ciências e Saberes Quilombolas”. O evento começa nesta quarta-feira (23.06), será transmitido pelo canal da Seduc no YouTube das 9h às 11h.

Serão cinco etapas, todas de forma virtual. As outras etapas serão realizadas nos dias 30 de junho, 07, 14 e 21 de julho. A abertura terá como tema “Reflexões sobre as legislações da educação do campo e educação escolar quilombola” e conta com a presença das professoras doutoras Nilza Cristina Gomes de Araújo (UFMT) e Marinei Almeida (Unemat).

A formação é realizada pela equipe da Coordenadoria de Educação do Campo e Quilombola (COCQ), da Superintendência de Diversidades (SUDI) da Seduc.

Vivências, memórias e tecnologias

O objetivo da formação é propor reflexões e ações que estimulem o desenvolvimento de práticas pedagógicas nas escolas do campo e quilombola que consideram as vivências, memórias e tecnologias dessas comunidades.

Segundo a superintendente de Diversidade Educacional da Seduc, Lúcia Aparecida Santos, as transmissões dos encontros serão realizadas apenas para as DREs e professores da Parte Diversificada previamente inscritos.

“A webformação tem carga horária de 60 horas e certificação. Após os cinco encontros virtuais, as DREs e professores que participarem dos encontros deverão fazer um repasse para os demais professores da escola”.

Conforme a superintendente, o objetivo é envolver toda a comunidade escolar no fortalecimento do currículo da educação do campo e quilombola.

Os participantes da formação deverão produzir artigo ou relato de experiência a ser publicado posteriormente na Revista digital da Coordenadoria de Educação do Campo e Quilombola.

O currículo

As escolas estaduais quilombolas e do campo possuem um currículo diferenciado, composto pela Base Nacional Comum Curricular e a Parte Diversificada.

A parte diversificada, chamada de “Ciências e Saberes do Campo” e “Ciências e Saberes Quilombolas”, integra os conhecimentos locais das comunidades aos conhecimentos da base, conforme prevê as legislações nacionais e estaduais.

A área de “Ciências e Saberes do Campo”, com abordagem em agroecologia, agricultura familiar e economia solidária, leva o estudante a pensar em suas raízes culturais, que inclui o vínculo com determinados tipos de processos produtivos, estimulando o protagonismo juvenil através da valorização de sua cultura e experiências.

A área “Ciências e Saberes Quilombola”, com os componentes curriculares “Práticas em cultura e artesanato quilombola”, “Prática em técnica agrícola e quilombola” e “Prática em tecnologia social”, estimula o estudante a valorizar sua identidade, ancestralidade, história e memória.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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