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Não tenho tempo nem disposição para bater boca com esse cidadão, diz Taques sobre Antônio Joaquim

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Da Redação

 

Não tenho tempo nem disposição para bater boca com esse cidadão”. Com essa frase, o governador Pedro Taques (PSDB) respondeu o presidente afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim. O conselheiro fez críticas pesadas contra o governo após reconsiderar decisão inicial e decidir manter o trâmite para aposentadoria com objetivo de se dedicar às articulações para viabilizar sua candidatura ao Palácio Paiaguás em 2018.

Taques disse que tem coisas mais importantes para fazer. Por isso, não pode dar atenção para as declarações de Antonio Joaquim a imprensa. “Enquanto ele fala, eu me preocupo com as demandas do Estado. Meu foco é governar e entregar políticas públicas ao cidadão”, completou Taques.

Afastado do cargo de presidente do TCE por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, em decisão no âmbito da Operação Malebolge da Polícia Federal que também afasta os conselheiros Valter Albano, José Carlos Novelli, Waldir Teis e Sérgio Ricardo, Antonio Joaquim precisa se defender das acusações. A delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) aponta seu envolvimento em esquema de cobrança de propina para não atrapalhar o andamento do programa de pavimentação asfáltica MT Integrado e em lavagem de dinheiro através de venda de propriedade rural.

 

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Fonte: RDNews

 

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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