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Mulher com várias passagens criminais e presa com drogas em residência

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A suspeita já havia sido presa por tráfico de drogas, ameaça, perturbação do sossego alheio e desacato

Da Redação

 

Policiais militares prenderam na noite de ontem, terça-feira (12.09), uma mulher suspeita de tráfico de drogas. Com ela encontraram mais de 20 porções de maconha. A ação ocorreu no bairro Sete de Maio, em Várzea Grande.

Após informações repassadas aos policiais do 4º Batalhão (2º Comando Regional) sobre uma residência na qual estaria servindo como ponto de venda de drogas, os militares foram ao local indicado onde encontraram Márcia da Conceição Nogueira, 35 anos.

Em revista na residência os PMs localizaram 25 porções análoga a maconha, uma tablete maior do mesmo entorpecente, e cinco aparelhos celulares com procedência duvidosa.

Márcia possui quatro passagens criminais por Tráfico de Drogas (Art. 33), Ameaça (Art. 147), Perturbação do sossego alheio (Art. 42) e Desacato (Art. 331), ela foi detida e encaminhada à Central de Flagrantes.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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