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Mulher acusa ex marido de atirar em portão de condomínio em Cuiabá

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Da Redação

 

Um mulher de 30 anos acionou a Polícia Militar após seu ex-marido W.F.V, 34 anos, efetuar um disparo  no portão do condomínio em mora, na região central de Cuiabá, na noite desta segunda-feira (4). De acordo ela, ex-marido estaria no portão do seu condomínio com seu filho de dois anos e se irritou porque ela estava demorando em lhe entregar um documento.  

Acionados, policiais encontraram a mulher e a irmã. Elas informaram que o suspeito esteve no condomínio para buscar a a certidão de nascimento do filho deles. Devido a demora, ele efetuou um disparo no portão.

A mulher disse ainda que o ex-marido estava alterado com ela, não explicando o motivo.  Diante das informações, a polícia foi até a casa do suspeito. 

No local, o ex-marido confirmou que esteve no condomínio da ex-mulher e que teria uma arma. Ele apresentou o registro e negou o disparo no condomínio onde a ex mora. A pistola cal.38 tinha um carregador com 12 munições intactas. 

Todos foram encaminhados para Central de Flagrante para prestarem esclarecimentos.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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