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Média de recuperação de carros recuperados pelo Gefron registra aumento

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Ao todo, 124 veículos foram recuperados nos quatro primeiros meses do ano, valor 6% maior do que o mesmo período de 2020 e 91% maior do que 2019

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) recuperou neste primeiro quadrimestre do ano uma média de um carro por dia na faixa de fronteira de Mato Grosso. Ao todo, 124 veículos foram apreendidos ou recuperados do dia 1º de janeiro a 30 de abril, número 6% maior do que o mesmo período do ano passado, quando 117 veículos foram recuperados.

Já no comparativo com o ano de 2019, este número aumentou 91%, já que foram apenas 65 veículos recuperados na época. Na avaliação do coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Fábio Ricas, este aumento na produtividade se deve, principalmente, aos investimentos propiciados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

“Tivemos vários fatores que contribuíram, principalmente o apoio da Sesp às ações do Gefron, levando em consideração que o combate aos crimes transnacionais, como o tráfico de drogas, reflete positivamente na segurança pública de todo estado. Outro fator relevante foi o avanço da tecnologia com emprego de câmeras OCR em diversos pontos do estado, alinhado a capacitação e dedicação do efetivo de Gefron na utilização dessa tecnologia”, pontuou Ricas.

Neste fim de semana, por exemplo, o Gefron recuperou dois veículos, sendo um Renault Duster em Vila Bela da Santíssima Trindade (562 km a Oeste de Cuiabá) e um Jeep Renegade em Porto Esperidião (358 km ao Oeste de Cuiabá). As duas ocorrências tratavam-se de apropriação indébita, tendo boletins de ocorrência registrados em Santo André (SP).

O mês de abril foi considerado um dos mais exitosos para as ocorrências envolvendo veículos apreendidos e recuperados. Somente na semana de 15 a 22 de abril, 25 veículos foram recuperados, totalizando R$ 2 milhões de prejuízo ao crime.

Outros crimes

Também neste primeiro quadrimestre o Gefron atendeu um total de 151 ocorrências, conduzindo 160 pessoas e realizando 31 prisões por mandado judicial. A unidade também realizou a apreensão de três aeronaves este ano.

Com o total de ocorrências, o prejuízo ao crime está avaliado em quase R$ 125 milhões, ou seja, R$ 85 milhões a mais do que o mesmo período do ano passado, quando quase R$ 42 milhões foram gerados de prejuízo à criminalidade.

 

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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