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Apenas 39% das crianças foram vacinadas contra a poliomielite em MT

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Da Redação

A campanha termina nesta quinta-feira, já que na sexta-feira (30), será ponto facultativo no estado; O horário é das 7h15 às 11h e das 13h às 16h45

A campanha de vacinação contra a poliomielite acaba nesta quinta-feira (29), e apenas 39% das crianças de 1 a 5 anos foram vacinadas em Mato Grosso, até essa quarta-feira (28). Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde

De acordo com a SES, pouco mais de 79 mil crianças foram vacinadas, até agora. A campanha termina na quinta-feira, já que na sexta-feira (30), será ponto facultativo no estado, por causa da transferência do feriado do dia do servidor, comemorado normalmente no dia 28.

As doses são encontradas nos postos de saúde. Os pais e responsáveis devem procurar um mais perto de casa. A vacina da poliomielite faz parte da campanha de multivacinação, que também tem objetivo de atualizar o cartão de vacina de crianças e adolescentes de até 15 anos.

Os pais devem levá-la sempre que a criança for tomar alguma vacina. No posto, as doses que faltam podem ser aplicadas de uma vez. Ou, em segundo caso, as equipes orientam se é preciso voltar em outro momento pra completar a sequência de vacinas, o horário é das 7h15 às 11h e das 13h às 16h45.

As estratégias de vacinação são estabelecidas e executadas pelos próprios municípios. A população estimada do estado para a vacinação contra a poliomielite é de 205.976 crianças, sendo que mato grosso já recebeu 211.000 doses para atender a campanha e mais 37.000 para distribuição de rotina do mês de novembro.

A SES esclarece que existem dois valores de cobertura da poliomielite, sendo uma da campanha de vacinação indiscriminada das crianças de 01 a 05 anos que já estão com o esquema vacinal básico completo, o outro valor é a de rotina do calendário básico anual. 

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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