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IPTU 2017 VENCE NESTA SEGUNDA, DEVEDORES TERÃO NOMES NEGATIVADOS

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Os 100 maiores devedores do IPTU devem ao município cerca de R$ 20 milhões e poderão ter o nome negativado diante do não pagamento do tributo.

Da Redação

 

Termina nesta segunda-feira, 10 de julho, o prazo final para o pagamento do IPTU/2017 da Prefeitura de Várzea Grande, segundo maior município de Mato Grosso. Com o fim do prazo, a Secretaria de Gestão Fazendária e a Procuradoria Geral do Município passarão a encaminhar imediatamente para negativação, os 100 maiores devedores do IPTU que somam próximo de R$ 20 milhões, ou seja, quase todo o valor já recebido ou a ser recebido até o final deste ano.

A terceira e última prorrogação foi em consequência da paralisação nacional ocorrida no dia 30 de junho quando os bancos não funcionaram o que acabou prejudicando a administração municipal que já havia emitido muitas guias, via internet, para o pagamento do imposto no prazo final.

A diferença é que nesta prorrogação só é possível o pagamento a vista, com 20% de desconto para quem não tem débitos anteriores e 5% para aqueles que tem divida com o Tesouro Municipal. O parcelamento em até seis vezes, só pode ser realizado até o último dia 30 de junho passado.

“A greve nos levou a prorrogar por mais 10 dias o vencimento final, pois muitos emitiram suas guias de recolhimento do IPTU/2017, certos de que poderiam pagar na sexta-feira, dia 30, e não conseguiram fazê-lo”, disse o secretário de Gestão Fazenda, João Benedito Gonçalves Neto.

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O IPTU está entre as maiores receitas próprias do Município de Várzea Grande e também tem um dos maiores índices de inadimplência em que pese anualmente desde 2015 tem crescido o recebimento destes valores devidos e caído o montante de devedores.

“Se percebe com clareza que a credibilidade da prefeita Lucimar Sacre de Campos e a realização de obras e ações tem levado muitos dos moradores a recolher suas obrigações, pois eles sabem que estes recursos, que são exclusivamente do município, serão integralmente aplicados em benefício da própria cidade e de sua gente”, frisou o titular da Gestão Fazendária

No ano de 2016, Várzea Grande conseguiu receber R$ 15 milhões entre aqueles que pagaram a vista ou parcelado.

A expectativa para 2017 é de que este valor chegue até R$ 20 milhões, também contabilizando o já quitado, o parcelado e o que será recolhido neste prazo final.

Uma determinação do Tribunal de Contas de Mato Grosso, sem contar a jurisprudência de várias instâncias judiciais já permite que a administração pública negative aqueles devedores contumazes que não honram com suas obrigações legais.

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A tendência da Secretaria de Gestão Fazendária e da Procuradoria Geral do Município sob o comando da procuradora Sadora Xavier é de encaminhar para o Serasa, para o SPC, além da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL o rol com os devedores que serão ainda, após o encerrado o recolhimento do IPTU, notificados a decisão.

Em 2017 foram lançadas 160 mil cobranças, sendo 85 mil carnês destinados a todos os imóveis com algum tipo de construção civil. Outros 75 mil que são áreas ou terrenos, os proprietários tiveram que comparecer a Secretaria de Gestão Fazendária na Prefeitura de Várzea Grande ou puderam emitir sua guia através do sitewww.varzeagrande.mt.gov.br.

Em relação a 2016, a correção dos valores do IPTU 2017, ficaram por conta apenas das perdas inflacionárias que somaram próximo de 6%, sendo que a administração municipal se prepara para até 2020 realizar novos levantamentos para dimensionar o novo cadastro imobiliário da segunda maior cidade de Mato Grosso.

Até essa segunda, dia 10, os devedores poderão pagar o IPTU/2017 a vista com 20% de desconto ou então para aqueles com dividas anteriores poderão pagar com 5% de desconto.

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Invasores de lotes no entorno do Contorno Leste em Cuiabá implantam terror

FAMÍLIAS ESTÃO DESESPERADAS COM AS INVASÕES QUE ACONTECEM DIARIAMENTE NA REGIÃO DO CONTORNO LESTE DA CAPITAL MATO-GROSSENSE.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Muitas propriedades e pequenos lotes, situados na região do Contorno Leste, em Cuiabá-MT, nas imediações do condomínio Belvedere, foram invadidas recentemente por grupos motorizados, fato amplamente noticiado na mídia estadual.

Os invasores utilizam métodos violentos, genuinamente no estilo viking, segundo descrevem as vítimas, e continuam agindo impunemente na área. Segundo reunião que fizeram para análise da situação, todos os terrenos de pequeno, médio e grande porte no entorno do Contorno Leste estão na mira dos criminosos, alertam.

“Basta ir lá para ver a movimentação intensa deles, mais parecendo cobras querendo dar o bote nas pessoas”, diz um geólogo que adquiriu lote no lugar, aquisição registrada em cartório.

“Eu nem saio do carro, pois temo ser agredido. A coisa está assim: invadem e expulsam o dono da propriedade. Ele nem pode retornar ao local”.

Foto: Arquivo Pessoal

Temendo pela sua segurança pessoal e da família, ele pediu para não postar fotos suas, apenas do BO. A esperança é de que alguma resolução judicial garanta a reintegração de posse das áreas invadidas.

“Eu fui um dos primeiros a denunciar essa tropa infame. São abusados, querem tomar tudo que construímos à força, que suamos tanto para pagar. E o pior é que estão conseguindo, como fosse direito deles. Em resumo: quem tem terreno por ali (Contorno Leste) não tem mais qualquer segurança: de um dia pra outro pode perder sua propriedade. E ainda levar baita surra dos brutamontes que integram os grupos”.

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Ainda que tenha sido um dos primeiros a registrar BO, frisando na Polícia que os proprietários de lotes e chácaras próximas ao Contorno Leste estão sendo prejudicados, ameaçados e até agredidos. O geólogo lamenta que nada tenha sido feito ainda em prol de proteger pessoas e propriedades.

“Esses invasores chegam em quantidade sempre maior, e continuam de prontidão, atentos ao menor descuido de algum sitiante para se apoderar de suas terras. Têm agido mesmo com violência, segundo muita gente já confirmou. Pelo menos no meu caso isso ainda não aconteceu, pois não estava lá quando invadiram meu lote”, disse.

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas. Na propriedade, acessada pelo Planalto (Coxipó Mirim) ou pelo Jardim Imperial, João Pinto cria modesta quantidade de gado, tem pista, hangar, e é onde guarda um monomotor, avião modelo Super Hélio Courier.

“Não sei se os vikings, como estão sendo denominados esses invasores, já chegaram ao centro da propriedade do vizinho João Pinto, também se apoderando de tudo que se encontra por lá. Porém, nos arredores, fincaram bandeira de posse ilegal”.

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O geólogo conta ter ficado sabendo que um dos filhos de João Pinto foi agredido ao tentar barrar a derrubada de cerca, operação feita por tratores.

“As autoridades precisam tomar providências urgentes! Estamos mesmo vivenciando, em Cuiabá, as barbaridades protagonizadas pelos vikings há séculos, quando invadiam terras e trucidavam pessoas. E isso  é movimento orquestrado por quadrilha especializada: dispõem de maquinário pesado, carros de luxo e recursos para bancar proteção de leões de chácara. Como um simples chacareiro vai enfrentar esses brutamontes? É um caso de Polícia!”

 

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