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Investigações concluem que jornalista foi morto por não ter dinheiro para pagar entorpecentes
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Da Redação
A investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que apurou o assassinato do jornalista e escritor Marcelo Ferraz concluiu que a motivação do crime foi o fato do jornalista não ter R$ 3 para pagar o entorpecente que o mesmo consumiu com o autor do crime, Jonh Lennon da Silva, 21 anos.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Fausto Freitas, o jornalista já era conhecido dos usuários de drogas da região onde foi morto, disse ainda, que Marcelo era conhecido por ter alto poder aquisitivo e assim conseguia manter o vício.
Marcelo Ferraz saiu de sua casa na noite de 28 de setembro dizendo que iria se encontrar com amigos na Praça da Mandioca, em Cuiabá. O corpo do jornalista foi encontrado no dia 30 de setembro em um terreno baldio localizado próximo a Avenida Historiador Rubens de Mendonça, no bairro Bosque da Saúde.
No início das investigações, foi detectado uma lesão na cabeça da vítima feita com uma pedra, que inclusive estava no local do crime com manchas de sangue, ainda segundo a investigação, a causa da morte foi um afundamento no crânio.
“Iniciaram as investigações, o corpo apresentava sinais de violência, aparentemente causadas por instrumento contundente. Identificamos como sendo pedaços de pedra, até estava no local, próximo do corpo. Na face lateral apresentava um afundamento craniano, depois constatou-se ser a causa da morte. Dois dias depois um suspeito foi detido pela Polícia Militar, acompanhado de algumas testemunhas”, disse o delegado em entrevista.
Jonh Lennon foi detido dois dias após o corpo do jornalista ser encontrado, a primeira versão apresentada, afirmava que o assassino confesso havia matado o jornalista após um desentendimento pelo fato da vítima não ter R$ 3 para que os dois continuassem usando drogas, porém, dias após, Jonh Lennon mudou a versão afirmando que havia flagrado sua namorada fazendo sexo oral no jornalista. Esta versão foi desmentida pela suposta namorada do assassino identificada apenas com as iniciais B.B.V., 24 anos.
De acordo com a versão da namorada de Jonh Lennon, ela esteve com o autor do crime e mais uma pessoa, na qual foi identificada por ela como “Velhinho”, que também seria um usuário de drogas que costuma pedir dinheiro nas proximidades, afirma ainda, que em dado momento o assassino confesso saiu do local e voltou com a vítima minutos depois a chamando para ir até o terreno baldio para fazer uso de entorpecentes, diz ainda que em dado momento ela teria tido um desentendimento com Jonh Lennon e teria se afastado do local, neste momento teria acontecido o crime.
Ainda de acordo com o delegado, no terreno baldio, Marcelo e Jonh Lennon teriam usado entorpecentes e quando a droga acabou, Marcelo não teria dinheiro para continuar usando, fato que gerou um desentendimento e resultou na morte do jornalista.
Nas investigações foi constatado que Marcelo Ferraz foi até o local portando apenas uma carteirinha da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e que o mesmo não havia levado dinheiro, celular, etc.
“A motivação provável é que o indiciado usou droga com a vítima naquele momento, acreditando que ela teria dinheiro para continuar usando, mas diante da ausência de recursos da vítima, houve um desentendimento, acabou acontecendo o crime”. Disse o delegado.
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Contran elimina exigência de aulas em autoescolas para tirar a CNH no país
Nova resolução do Contran dispensa aulas em autoescolas, reduz carga horária e busca diminuir custos da CNH no Brasil.
O Conselho Nacional de Trânsito aprovou uma resolução que acaba com a obrigatoriedade de aulas em autoescolas para quem deseja obter a Carteira Nacional de Habilitação. A decisão, que será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, representa a maior mudança nas regras de formação de condutores em décadas, segundo informações do portal G1.
A nova norma desobriga as aulas teóricas e práticas, reduz a carga horária mínima dessas etapas, acaba com o prazo de validade do processo de habilitação e mantém apenas fases consideradas essenciais, como os exames teórico e prático. O exame toxicológico continuará obrigatório para candidatos das categorias C, D e E.
O governo federal afirma que a medida busca diminuir custos e burocracias que afastam milhões de brasileiros do processo de habilitação. Em nota, o Ministério dos Transportes destacou que pesquisas mostram o alto custo como principal razão para um terço da população não ter CNH. Em discurso interno, integrantes da pasta afirmaram que a mudança deve facilitar o acesso. “Estamos retirando barreiras que impedem milhões de brasileiros de se habilitarem”, disse o governo.
Atualmente, cerca de 20 milhões de brasileiros conduzem veículos sem habilitação, segundo o Ministério. A expectativa é que a flexibilização incentive a formalização, aumente o número de motoristas habilitados e reduza a circulação de condutores sem qualquer formação adequada.
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