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Idosos recebem máscaras produzidas pelo ateliê do Programa Siminina

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Da Redação

As máscaras de proteção contra a COVID-19 produzidas pelo ateliê do Programa Siminina começaram a ser distribuídas, na última quinta-feira (02), durante a 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza. Os primeiros beneficiados foram os idosos acamados que receberam a vacina em casa e compõe o grupo prioritário a partir dos 60 anos.  

De acordo com o Núcleo de Apoio à Primeira-dama, em parceria com a coordenação do Programa Siminina, a estratégia montada para a distribuição aos idosos foi utilizada durante a  campanha da Secretaria Municipal de Saúde, que disponibilizou  101 pontos diferentes para imunização para evitar aglomeração da população.

“Os idosos estão entre as prioridades que definimos e pensamos em utilizar a campanha de vacinação para que no ato de vacinação o idoso receba à máscara e também fique consciente da importância das medidas de higienização para evitar o contágio do coronavírus”, contou a primeira-dama Márcia Pinheiro.

No primeiro momento, o ateliê irá produzir 1.300 máscara que têm o público alvo direcionado aos idosos, moradores em situação de rua e aos profissionais da saúde, em caso de necessidade de falta Equipamento de Proteção Individual (EPI). Entretanto, desde a segunda-feira (30), o Núcleo de Apoio à Primeira-dama têm recebido doações de tecidos e materiais que irão gerar mais de 3.500 máscaras, segundo a estimativa do ateliê.

Além da doação de materiais, a campanha também têm recebido diversos voluntários dispostos em contribuir com a confecção das máscaras como o caso da costureira, de 62 anos, Solange Maria. A proprietária do ateliê que leva se nome soube da campanha pelas redes sociais e se interessou em participar da ação qual também serviu para ocupar o tempo, uma vez que, ela integra o grupo de risco e deve permanecer em isolamento social.

“Como tenho o ateliê em casa para mim foi tranquilo, como não tinha encomenda resolvi ajudar na confecção das máscaras. E para mim está sendo ótimo. Mandei mensagem para falando que gostaria de ajudar e agora estou aqui costurando. O tempo passa rápido. É divertido”, disse ao afirmar que entregará cerca de 800 máscaras à campanha.

A produção das máscaras faz parte do conjunto de ações que o Núcleo de Apoio à primeira-dama tem preparado nesse momento de crise: a campanha da hastag #cuiabasolidaria.

 

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Foto: Vicente Aquino/Prefeitura CBA

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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