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Festa sem sofrimento: Corinthians empata com Ponte e é campeão

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Na reedição da final de 1977, nada de agonia: empate em 1 a 1, recorde de público no 100º jogo em Itaquera e 28º título Estadual

 

 

Da Redação

 

Quarenta anos depois da histórica final de 1977, o Corinthians voltou a ser campeão paulista diante da Ponte Preta na tarde deste domingo. Novamente com uma bela festa de sua torcida, mas em condições completamente diferentes. Não houve agonia, “novo Basílio” ou torcedores ajoelhados no gramado. Com a vitória tranquila no jogo de ida em Campinas, os mais de 46.000 torcedores foram a Itaquera com a certeza do título, que veio com um empate por 1 a 1, com gols de Ángel Romero e Marllon. Foi o primeiro título do Corinthians em sua Arena, que bateu seu recorde de público (46.462) justamente no 100° jogo do time na nova casa, e o 28° Paulistão do maior campeão do Estado. Já a equipe campineira segue perseguindo o primeiro título de sua história. 

A conquista de 1977, que encerrou um jejum de 23 anos sem títulos, foi lembrada nas arquibancadas, com bandeiras semelhantes às que flamularam pelo Morumbi há 40 anos. Os campeões do passado também foram homenageados com a surpreendente escalação no telão, Em campo, porém, nada de sofrimento. A Ponte, tão apática na derrota por 3 a 0 na ida, até tentou reagir, mas quase todas as suas finalizações pararam em defesas tranquilas de Cássio. O goleiro, muito celebrado pela torcida, ergueu sua primeira taça como capitão do clube – e conquistou seu sexto título em cinco anos de casa.

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Nem mesmo com o cenário extremamente favorável, o time do técnico Fábio Carille não abandonou o estilo de jogo que o levou até a decisão: marcação forte e saídas rápidas em contra-ataque. Com Paulo Roberto e Camacho nas vagas dos suspensos Gabriel e Rodriguinho, o time teve mais dificuldades para criar, mas controlou toda a partida. O primeiro tempo terminou com sete finalizações para cada, mas as melhores chances foram do Corinthians. Aos 29 minutos, Maycon, um dos vários jovens deste grupo que foram revelados no clube, apareceu na área em contra-ataque, recebeu de Romero e chutou na trave de Aranha. Pouco depois, Jô, o artilheiro dos clássicos e um dos destaques da conquistas, teve boa chance após passe de Fagner, mas finalizou torto.

O gol que encerrou de vez com as esperanças da Ponte de celebrar seu primeiro título em 117 anos aconteceu aos 17 do segundo tempo. Fernando Bob perdeu bola no meio-campo, Fagner passou para Jadson, que deu linda assistência para Romero. O paraguaio tentou duas vezes e, de carrinho no rebote, marcou o gol que enlouqueceu a torcida em Itaquera. Foi seu 18º gol no estádio do qual é o maior artilheiro.

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Carille ainda soltou o time, com a entrada de Clayton no lugar de Camacho e os primeiros gritos de “é campeão” começaram antes mesmo dos 30 minutos. A Ponte não queria sair derrotada e quase chegou ao empate em chute de Ravanelli que explodiu na trave de Cássio. Aos 40 minutos, Marllon completou cruzamento na área e marcou o gol da equipe campineira.

O Corinthians, que não iniciou 2017 entre os favoritos e superou os problemas financeiros e erros de sua diretoria,   encerrou o Paulistão com 10 vitórias, seis empates e duas derrotas, 22 gols marcados e apenas 11 sofridos em 18 partidas.

 

 

Fonte: Veja/Placar

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Invasores de lotes no entorno do Contorno Leste em Cuiabá implantam terror

FAMÍLIAS ESTÃO DESESPERADAS COM AS INVASÕES QUE ACONTECEM DIARIAMENTE NA REGIÃO DO CONTORNO LESTE DA CAPITAL MATO-GROSSENSE.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Muitas propriedades e pequenos lotes, situados na região do Contorno Leste, em Cuiabá-MT, nas imediações do condomínio Belvedere, foram invadidas recentemente por grupos motorizados, fato amplamente noticiado na mídia estadual.

Os invasores utilizam métodos violentos, genuinamente no estilo viking, segundo descrevem as vítimas, e continuam agindo impunemente na área. Segundo reunião que fizeram para análise da situação, todos os terrenos de pequeno, médio e grande porte no entorno do Contorno Leste estão na mira dos criminosos, alertam.

“Basta ir lá para ver a movimentação intensa deles, mais parecendo cobras querendo dar o bote nas pessoas”, diz um geólogo que adquiriu lote no lugar, aquisição registrada em cartório.

“Eu nem saio do carro, pois temo ser agredido. A coisa está assim: invadem e expulsam o dono da propriedade. Ele nem pode retornar ao local”.

Foto: Arquivo Pessoal

Temendo pela sua segurança pessoal e da família, ele pediu para não postar fotos suas, apenas do BO. A esperança é de que alguma resolução judicial garanta a reintegração de posse das áreas invadidas.

“Eu fui um dos primeiros a denunciar essa tropa infame. São abusados, querem tomar tudo que construímos à força, que suamos tanto para pagar. E o pior é que estão conseguindo, como fosse direito deles. Em resumo: quem tem terreno por ali (Contorno Leste) não tem mais qualquer segurança: de um dia pra outro pode perder sua propriedade. E ainda levar baita surra dos brutamontes que integram os grupos”.

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Ainda que tenha sido um dos primeiros a registrar BO, frisando na Polícia que os proprietários de lotes e chácaras próximas ao Contorno Leste estão sendo prejudicados, ameaçados e até agredidos. O geólogo lamenta que nada tenha sido feito ainda em prol de proteger pessoas e propriedades.

“Esses invasores chegam em quantidade sempre maior, e continuam de prontidão, atentos ao menor descuido de algum sitiante para se apoderar de suas terras. Têm agido mesmo com violência, segundo muita gente já confirmou. Pelo menos no meu caso isso ainda não aconteceu, pois não estava lá quando invadiram meu lote”, disse.

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas. Na propriedade, acessada pelo Planalto (Coxipó Mirim) ou pelo Jardim Imperial, João Pinto cria modesta quantidade de gado, tem pista, hangar, e é onde guarda um monomotor, avião modelo Super Hélio Courier.

“Não sei se os vikings, como estão sendo denominados esses invasores, já chegaram ao centro da propriedade do vizinho João Pinto, também se apoderando de tudo que se encontra por lá. Porém, nos arredores, fincaram bandeira de posse ilegal”.

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O geólogo conta ter ficado sabendo que um dos filhos de João Pinto foi agredido ao tentar barrar a derrubada de cerca, operação feita por tratores.

“As autoridades precisam tomar providências urgentes! Estamos mesmo vivenciando, em Cuiabá, as barbaridades protagonizadas pelos vikings há séculos, quando invadiam terras e trucidavam pessoas. E isso  é movimento orquestrado por quadrilha especializada: dispõem de maquinário pesado, carros de luxo e recursos para bancar proteção de leões de chácara. Como um simples chacareiro vai enfrentar esses brutamontes? É um caso de Polícia!”

 

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