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Etanol pode ter aumento de até R$ 0,34 ainda esta semana em Cuiabá

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Da Redação

Mato Grosso pode sofrer mais um reajuste no preço do etanol, um aumento de R$ 0,34 poderá ser notado nas bombas dos postos de combustíveis ainda nesta semana. O aumento significativo no preço do etanol se dá devido os reajustes de preços nas usinas e distribuidoras.

De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo), os estabelecimentos com bandeira branca, que podem comprar de qualquer distribuidora, já pagam entre R$ 2,70 e R$ 2,75 pelo litro do combustível.

Já em relação aos estabelecimentos bandeirados, aqueles que apenas podem comprar das companhias onde possuem contrato, estão pagando pelo litro de etanol R$ 2,80 a R$ 2,82.

O sindicato esclareceu, que o mercado é formado por diversos agentes e é livre, por este motivo, os postos definem os preços que serão praticados, levando em conta o preço do custo do litro dos combustíveis, assim como os custos operacionais. ““O Sindipetróleo esclarece que o mercado é livre e é formado por diversos agentes, portanto, os postos definem seus preços utilizando como referência os custos operacionais e de aquisição de produtos nas distribuidoras.” Afirmou o diretor-executivo do Sindipetróleo, Nelson Soares.

Além disso, a lei estabelece que os postos podem ter lucro de no máximo vinte por cento, além disso, valores de frete e de ICMS podem ser acrescentados no valor do produto.

Foto: Marcelo Brandt

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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