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Engenheiro é detido com munições e drogas próximo a faculdade

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Da Redação

 

O engenheiro florestal A.F.G., 43, foi detido pela Polícia Militar suspeito de estar comercializando munições de armas de fogo em uma região de bares localizado próximo a uma faculdade particular no bairro Jardim Europa, em Cuiabá, na madrugada desta sexta-feira (2). Com o homem, a PM também encontrou porções de cocaína.

Segundo informações passadas pela Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), uma equipe que fazia rondas pela região flagrou três pessoas em atitude suspeita dentro de uma Toyota Hilux branca estacionada na Rua Alemanha, próximo a um conhecido bar da região. Os militares também relataram que ao perceberem a aproximação da viatura, um rapaz desceu do veículo com uma bolsa e a jogou em um lixo na rua.

Desconfiados, os policiais fizeram a abordagem no jovem A.W.B.S., 22, que é filho do presidente do Sindicato dos Condomínios de Cuiabá (Sindscond), e encontraram na bolsa jogada por ele no lixo tinha 200 munições de calibre 380 intactas e outras 24 munições do mesmo calibre já deflagradas, além de dois carregadores.

Durante a abordagem, o condutor da caminhonete em que o rapaz estava fugiu do local. Os policiais fizeram rondas e conseguiram interceptar o veículo em que estava o engenheiro e uma adolescente de 17 anos em frente a outros bares na Rua Jacques Brunini.

O homem foi revistado e encontrado com duas porções de cocaína em seu bolso. O trio foi encaminhado para a Central de Flagrantes do bairro Planalto, onde o rapaz de 22 anos contou que estava no local para vender as munições de propriedade do engenheiro para outra pessoa.

Os três foram entregues a Polícia Civil e foram ouvidos pelo delegado plantonista ainda pela madrugada.

O engenheiro já havia sido detido em 2016 acusado de atirar contra viaturas da Polícia Militar em frente a casa em que morava no bairro Santa Rosa. Na ocasião, os policiais apreenderam armas e munições encontradas na residência. 

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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