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Em ação conjunta, Gefron e policia Federal apreende 368 kg de cocaína e um fuzil na fronteira

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Da Redação

 

Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em parceira com a Policia Federal, apreenderam 368 quilos de cocaína e um fuzil AK-47, calibre 762, em Porto Espiridião (326 km de Cuiabá).

A apreensão aconteceu na noite na noite desta quarta-feira (31).

De acordo com informações do Gefron, a apreensão aconteceu na fronteira com a Bolívia, por volta das 22h, quando foi levantada a informação de que traficantes estariam realizando carregamento de drogas, em uma região de mata.

O local então passou a ser monitorado e os policiais conseguiram visualizar cerca de 15 pessoas fazendo o carregamento da droga.

Quando os policiais invadiram e deram ordem de parada aos suspeitos, todos começaram a fugir do local, deixando toda carga para trás, bem como o fuzil e pertences pessoais.

Ninguém foi preso durante a ação.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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