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Eduardo Botelho: “VG está no foco de nossa atenção; pode contar sempre com a ALMT”

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1º Secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso enfatizou disposição de continuar auxiliando Várzea Grande 

Da Redação

Questionado se a obra física e equipamentos da Maternidade Dr. Francisco Lustosa correspondia plenamente à sua expectativa, o 1º secretário da ALMT, deputado Eduardo Botelho, externou satisfação. “A Assembleia fez um aporte de R$ 2 milhões para a concepção deste projeto, que realmente vai atender o município da forma desejada por todos. Principalmente pelas mães, em virtude dos riscos da covid-19. Muitas relutavam em dar à luz na antiga sede da Rede Cegonha no Hospital e Pronto Socorro”.

Eduardo Botelho fez questão de ressaltar que o Estado hoje dispõe de mais recursos para auxiliar os municípios em questões afetas à Saúde Pública e em outros campos, igualmente fundamentais.

“Lá atrás, sabemos, havia mais dificuldades que impediam isso, e no atual governo há mais elasticidade para atender os municípios. Nós apoiamos qualquer iniciativa que tenha conotação de melhorar a vida dos cidadãos mato-grossenses e das comunidades onde vivem. A ALMT, ciente de que isso é realidade palpável, vai apoiar o governo para que mais ações desse gênero aconteçam gradualmente, sanando toda demanda possível”.

O deputado lembrou que, no início das discussões do projeto de maternidade, pensou-se em transferir a maternidade local para o Hospital Santa Helena, em Cuiabá. “Isso foi levado até o Estado, mas depois concluímos ser inviável, motivando-nos a buscar mais alternativas. O prefeito Kalil evidenciava pressa em resolver tal questão. A nova sede da Rede Cegonha, finalmente inaugurada, surgiu assim”.

No seu pronunciamento, Eduardo Botelho também anunciou que o prefeito Kalil Baracat pode contar sempre com seu apoio, posto que ele testemunha o grande esforço do prefeito ao empreender uma gestão condizente com as necessidades gerais do município.  

“Temos, inclusive, boas notícias para Várzea Grande: mais obras vão ser lançadas brevemente. A ALMT, articulada com o prefeito Kalil Baracat e com o governador Mauro Mendes, tem trabalhado firme nesse sentido. O objetivo é atender a população local, transformando essa cidade na metrópole que todos desejamos”.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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