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Botelho: Recurso do FETHAB serão retirados dos poderes, executivo e do agronegócio

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Da Redação

Eduardo Botelho (PSB) afirmou que cerca de R$ 260 milhões serão retirados do (FETHAB), assim sendo, irá socorrer e ajudar a saúde do estado.  O presidente também percebeu que o setor vive uma crise por conta das dividas, no entanto, mesmo com essas dividas chegando a mais R$ 160 milhões ele irá amenizar o mais rápido possível juntamente com a AL.
Segundo o governo, a queda de transferências da união foi o que ocasionou este cenário que atinge o estado do Mato Grosso. A ideia do executivo, disse Botelho, é que a contribuição seja retirada dos valores onde seriam destinados ao agronegócio e aos poderes.
A proposta que está conversada hoje deve ficar naquilo mesmo: usarmos o dinheiro do FETHAB para a Saúde, menos os valores dos municípios. Em valores aproximados, serão usados R$ 100 milhões do Governo do Estado, R$ 20 milhões dos Poderes e R$ 140 milhões das commodities”, afirmou o presidente.
Neste caso, a proposta e os recursos advindos da cobrança do Fundo e que são transferidos aos municípios ficam intocáveis. Desta forma, o Governo evita um eventual embate com os prefeitos mato-grossenses, que se manifestaram radicalmente contra a proposta de auxiliar a Saúde. O argumento dos gestores é que eles ficam com a menor parte da divisão do Fethab e acabariam perdendo recursos que já estão comprometidos.
De acordo com o presidente da Assembleia, o projeto tratando das mudanças no Fethab será elaborado pelo Poder Executivo. Após isso, será encaminhado para apreciação do Legislativo. Logo depois, o presidente confirmou que uma comissão formada por prefeitos, secretários de Estado analisarão outras formas para financiar a Saúde.
“A comissão irá estudar uma situação mais ampla da Saúde, para estudar para frente, o que vamos fazer. Chegar numa solução mais duradoura. O emergencial já está resolvido”, encerrou.

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Invasores de lotes no entorno do Contorno Leste em Cuiabá implantam terror

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Muitas propriedades na região do Contorno Leste, em Cuiabá-MT, nas imediações do condomínio Belvedere, foram invadidas recentemente por grupos motorizados, fato amplamente noticiado na mídia estadual. No entanto, os invasores – que utilizam métodos violentos, genuinamente no estilo viking, segundo descrevem as vítimas -, continuam agindo impunemente na área. Todos os terrenos no entorno do Contorno Leste estão na mira dos criminosos, alertam.

“Basta ir lá para ver a movimentação intensa deles, mais parecendo cobras querendo dar o bote nas pessoas”, diz um geólogo que adquiriu um terreno no lugar, aquisição registrada em cartório.

“Eu nem saio do carro, pois temo ser agredido. A coisa está assim: invadem e expulsam o dono da propriedade. Ele nem pode retornar ao local”.

Foto: Arquivo Pessoal

Temendo pela sua segurança pessoal e da família, ele pediu para não postar fotos suas, apenas do BO. A esperança é de que alguma resolução judicial garanta a retomada de posse das áreas invadidas.

“Eu fui um dos primeiros a denunciar essa tropa infame. São abusados, querem tomar tudo que construímos à força, que suamos tanto para pagar. E o pior é que estão conseguindo, como fosse direito deles. Em resumo: quem tem terreno por ali (Contorno Leste) não tem mais qualquer segurança: de um dia pra outro pode perder sua propriedade. E ainda levar baita surra dos brutamontes que integram os grupos”.

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Ainda que tenha sido um dos primeiros a registrar BO, frisando na Polícia que os proprietários das chácaras próximas ao Contorno Leste estão sendo prejudicados, ameaçados e até agredidos, o chacareiro lamenta que nada tenha sido feito ainda em prol de proteger pessoas e propriedades.

“Esses invasores chegam em quantidade sempre maior, e continuam de prontidão, atentos ao menor descuido de algum sitiante para se apoderar de suas terras. Têm agido mesmo com violência, segundo muita gente já confirmou. Pelo menos no meu caso isso ainda não aconteceu, pois não estava lá quando invadiram minha chácara”, disse.

João Pinto teve área invadida Foto: Arquivo Pessoal

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas. Na sua propriedade, João Pinto cria gado, tem pista, hangar, e é onde guarda seu avião, um monomotor modelo Super Hélio Courier.

“Não sei se os vikings, como estão sendo denominados esses invasores, já chegaram ao centro da propriedade do vizinho João Pinto, também se apoderando de tudo que se encontra por lá. Porém, nos arredores, fincaram bandeira de posse ilegal”.

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O chacareiro conta ter ficado sabendo que um dos filhos de João Pinto foi agredido ao tentar barrar a derrubada de cerca, operação feita por tratores.

“As autoridades precisam tomar providências urgentes! Estamos mesmo vivenciando, em Cuiabá, as barbaridades protagonizadas pelos vikings há séculos, quando invadiam terras e trucidavam pessoas. E isso  é movimento orquestrado por quadrilha especializada: dispõem de maquinário pesado, carros de luxo e recursos para bancar proteção de leões de chácara. Como um simples chacareiro vai enfrentar esses brutamontes? É um caso de Polícia!”

 

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