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Antônio Joaquim: Os dados da SEFAZ ele quer saber, os dados do TCE ele tenta esconder

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Da Redação

 

Nas últimas semanas o presidente do tribunal de contas, Antônio Joaquim estampou os noticiários com a polêmica, onde usando o seu cargo, o conselheiro, tentou de uma maneira antidemocrática e não sendo legal obter junto a SEFAZ (secretaria da fazenda) dados econômicos das empresas exportadoras que atuam no estado do Mato Grosso.

Diante da recusa por parte da secretaria em não fornecer os dados, Antônio Joaquim de maneira arbitraria, entrou por meio judicial para que pudesse ter em suas mãos os dados sigilosos das empresas. E diante da sua ação judicial o desembargador, José Zuquim deu como “negado” o pedido do conselheiro, vale salientar que em seu despacho José Zuquim fez menção de que a ação proposta pelo conselheiro era “travestida” de interesse político.

Sendo assim Antônio Joaquim disse que iria representar o desembargador  ao CNJ (conselho nacional de justiça), pois mesmo errado, o presidente da corte de contas não aceitou uma decisão de um desembargador que é a esfera máxima dentro do judiciário do estado.

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Por outro lado o mesmo conselheiro que tentou a ferro e fogo obter dados da SEFAZ (secretaria da fazenda), não tem a mesma posição quando se refere aos dados do tribunal de contas do estado do mato grosso, ao qual é presidido pelo mesmo. Sabe-se que “segundo denúncias” feitas pelo jornal (Centro Oeste Popular) O TCE do Mato Grosso oculta informações sobre pagamentos que podem ultrapassar a casa de cem milhões de reais as empresas de informática.

Segundo o periódico traz em sua edição Número 739, que circulou de 7/5 á 13/5 (maio), mostra que por diversas vezes a sua equipe de jornalistas entraram em contato com a assessoria do TCE para que pudessem obter as informações sobre os dados de pagamentos feitos as empresas de informática e obtiveram as respostas de maneira negativa.

Agora uma pergunta que não quer se calar: Porque o presidente do tribunal de conta, os dados da SEFAZ ele quer saber e até mesmo não respeitando a decisão do desembargador ele disse em recorrer ao CNJ?

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E por que os dados ao qual ele tem em mãos, e podem ser fornecidos a imprensa, o conselheiro se nega a mostrar!?

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Invasores de lotes no entorno do Contorno Leste em Cuiabá implantam terror

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Muitas propriedades na região do Contorno Leste, em Cuiabá-MT, nas imediações do condomínio Belvedere, foram invadidas recentemente por grupos motorizados, fato amplamente noticiado na mídia estadual. No entanto, os invasores – que utilizam métodos violentos, genuinamente no estilo viking, segundo descrevem as vítimas -, continuam agindo impunemente na área. Todos os terrenos no entorno do Contorno Leste estão na mira dos criminosos, alertam.

“Basta ir lá para ver a movimentação intensa deles, mais parecendo cobras querendo dar o bote nas pessoas”, diz um geólogo que adquiriu um terreno no lugar, aquisição registrada em cartório.

“Eu nem saio do carro, pois temo ser agredido. A coisa está assim: invadem e expulsam o dono da propriedade. Ele nem pode retornar ao local”.

Foto: Arquivo Pessoal

Temendo pela sua segurança pessoal e da família, ele pediu para não postar fotos suas, apenas do BO. A esperança é de que alguma resolução judicial garanta a retomada de posse das áreas invadidas.

“Eu fui um dos primeiros a denunciar essa tropa infame. São abusados, querem tomar tudo que construímos à força, que suamos tanto para pagar. E o pior é que estão conseguindo, como fosse direito deles. Em resumo: quem tem terreno por ali (Contorno Leste) não tem mais qualquer segurança: de um dia pra outro pode perder sua propriedade. E ainda levar baita surra dos brutamontes que integram os grupos”.

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Ainda que tenha sido um dos primeiros a registrar BO, frisando na Polícia que os proprietários das chácaras próximas ao Contorno Leste estão sendo prejudicados, ameaçados e até agredidos, o chacareiro lamenta que nada tenha sido feito ainda em prol de proteger pessoas e propriedades.

“Esses invasores chegam em quantidade sempre maior, e continuam de prontidão, atentos ao menor descuido de algum sitiante para se apoderar de suas terras. Têm agido mesmo com violência, segundo muita gente já confirmou. Pelo menos no meu caso isso ainda não aconteceu, pois não estava lá quando invadiram minha chácara”, disse.

João Pinto teve área invadida Foto: Arquivo Pessoal

Um dos chacareiros mais prejudicados é o português João Antônio Pinto, informa, já com grande parte de suas terras invadidas. Na sua propriedade, João Pinto cria gado, tem pista, hangar, e é onde guarda seu avião, um monomotor modelo Super Hélio Courier.

“Não sei se os vikings, como estão sendo denominados esses invasores, já chegaram ao centro da propriedade do vizinho João Pinto, também se apoderando de tudo que se encontra por lá. Porém, nos arredores, fincaram bandeira de posse ilegal”.

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O chacareiro conta ter ficado sabendo que um dos filhos de João Pinto foi agredido ao tentar barrar a derrubada de cerca, operação feita por tratores.

“As autoridades precisam tomar providências urgentes! Estamos mesmo vivenciando, em Cuiabá, as barbaridades protagonizadas pelos vikings há séculos, quando invadiam terras e trucidavam pessoas. E isso  é movimento orquestrado por quadrilha especializada: dispõem de maquinário pesado, carros de luxo e recursos para bancar proteção de leões de chácara. Como um simples chacareiro vai enfrentar esses brutamontes? É um caso de Polícia!”

 

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