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Antonio Joaquim não aceita decisão da Justiça e mesmo errado diz querer denunciar Desembargador no CNJ

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Inconformado com a arbitrariedade que me foi perpetrada, vou procurar os meus direitos perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde denunciarei o abuso de autoridade.(Publicado na pagina oficial do Conselheiro Antonio Joaquim).

 

Da Redação

 

Leia ao final a nota do Conselheiro dizendo que vai procurar seus direitos.

A quem tanto diz ser democrático duramente o Conselheiro criticou o Desembargador Jose Zurquim que por livre arbitrário do art. 131, proferiu sua decisão livre de vícios e ainda [e duramente criticado por quem se diz ser democrático, se democrático fosse deveria recorrer não??

Veja nota do conselheiro na integra.

Recentemente o TCE-MT pediu judicialmente acesso a dados da Secretaria de Fazenda para realizar auditoria na receita pública, ou seja, fiscalizar o recolhimento de impostos, ato que compete ao tribunal. Com a fiscalização será possível ajudar o Estado a evitar a evasão de impostos e, consequentemente, aumentar a sua receita, o que se traduz em serviços prestados à população.

O desembargador José Zuquim Nogueira negou acesso as informações sob a alegação que a ação tinha motivação “política espúria” e que ela estava “travestida de interesse político desassociado de interesse público”. Creio que esse entendimento possa ter sido motivado pelos recentes ataques que venho sofrendo por ter sido honesto quanto ao meu futuro.

Estou na vida pública há muitos anos, fui deputado estadual e federal, secretário de Estado e desde 2000 integro o quadro do Tribunal de Contas. Sempre entendi que a Justiça existe essencialmente para resolver os conflitos em geral e, exatamente por esse motivo, sem perder a confiança no Poder Judiciário, sinto-me na obrigação de fazer um posicionamento público como cidadão. Na área jurídica, o TCE-MT fará os devidos recursos.

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Em misto de surpresa e perplexidade, considero-me vítima de uma autoridade que extrapolou seu dever ofício de julgar tecnicamente uma ação que lhe foi distribuída por sorteio.

Não por julgar a ação, mas por rotular, desqualificar e desmerecer, de forma indireta e velada, quem, apenas e tão somente, reclamou Justiça em nome do papel de uma instituição.

Sou o representante formal de um Órgão Independente, de extração constitucional, não vinculado a nenhum dos três Poderes (assim como não é o Ministério Público, embora um ou outro ainda veja o TCE como órgão integrante do Poder Legislativo – a ele pertencem apenas o Senado e a Câmara dos Deputados – vide art. 44 da CF).

É pacífico que o que se julga é o que está no processo. Mas, aparentemente, para o Desembargador Zuquim não. Ele fez totalmente diferente. Arrastou para o julgamento de uma ação questões de natureza política. O magistrado, ao não encontrar entendimento jurídico para rejeitar o acesso aos dados, utilizou critérios pessoais, desqualificando o pedido de um órgão competente.

Antigamente o TCE-MT errava em não fazer a auditoria, mas mudamos a forma de fiscalizar, atendendo a uma resolução nacional aprovada por Assembleia Geral de Membros de Tribunais de Contas, que vê como obrigatório auditar, assim como os gastos, o recebimento de impostos. Isso é interesse público incontestável.

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Na decisão do desembargador, disse haver uma “disputa entre o poder legislativo e Executivo” e trouxe a política partidária para a questão.

Talvez eu, em minha sinceridade e lealdade, tenha provocado estranheza ao tornar pública minha decisão de deixar o TCE-MT ao final do meu mandato como presidente e, somente após, retomar minha vida pública em outra esfera, sendo que a forma ainda não está definida.

Mas, aos meus concidadãos, afirmo: não sou dissimulado e nem hipócrita, não sou fingido e nem sorrateiro. Prefiro a luz solar e, como tal, por optar pela transparência, sujeito-me à fiscalização maior e a críticas que me tornam melhor e mais zeloso ao Tribunal de Contas de Mato Grosso.

Aproveito para reiterar que a disposição de retomar, no futuro, a vida pública em outro patamar, jamais contaminará a minha conduta como julgador de contas e dirigente do TCE-MT. Se assim fosse preferiria renunciar a me violentar.

Inconformado com a arbitrariedade que me foi perpetrada, vou procurar os meus direitos perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde denunciarei o abuso de autoridade.

 

Fonte: Pagina do Estado

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Leonardo e Bruno e Marrone lançam a cerveja Cabaré em live-show nesta quarta

Os sertanejos são amigos há 36 anos, apresentarão uma bagagem de hits e sucessos que fazem parte da memória dos fãs

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Foto: Marcos Lopes

Nesta quarta-feira (16), O Grupo Petrópolis lança a cerveja Cabaré e, para celebrar, o cantor Leonardo fará um show exclusivo transmitido para todo o Brasil pelo próprio canal do Youtube, com a parceria com a dupla Bruno & Marrone. O artista é o embaixador da cerveja. A live será às 19h (horário de Cuiabá) e já é possível acionar o lembrete neste link.

A live-show terá um cenário grandioso, painéis de LED e romantismo. Os sertanejos são amigos há 36 anos, apresentarão uma bagagem de hits e sucessos que fazem parte da memória dos fãs.

A Cabaré é uma cerveja puro malte dourada, com lúpulos alemães, no estilo American Lager e de baixa fermentação. O rótulo foi criado a partir da parceria entre o Engenho Dom Tapparo e a empresa, que produz outras marcas, como a Itaipava, a Black Princess, a Petra e a Weltenburger.

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